quinta-feira, 11 de janeiro de 2007
Jornal

é bom, mas também traz noticias desagradáveis. Falo de coisas pessoais que podem nos pegar no contrapé e não em desastres naturais ou maracutaias.
Ao abrir o jornal, hoje, deparei-me com a noticia do falecimento de um amigo. Fazia tempos que não o via, mas ele era daqueles amigos cujo lapso temporal não diminuia a intimidade e o querer bem. Passavamos tempos sem nos encontrarmos e continuávamos a conversar, sem constrangimentos. Aqueles olhos claros e profundos, a pele sempre bronzeada e os cabelos nevados apesar da pouca idade estão em minha memória e quero que assim seja. Quero me lembrar dele assim, sorrindo aqueles dentes grandes e lindos; brilhando os olhos como faróis a iluminar por onde passava. Era pitoresco nalgumas atitudes, pios, embora muito bem financeiramente, não abria mão de seu carro antigo e único nesses mais de 20 anos. Inteirinho, reformado, conservado e limpo, era antigo, mas o motorista, excelente advogado, moderno, perspicaz e ágil.
Pertenceu a uma turma da faculdade que tornou-se famosa pelas algazarrras e iniciativas. Dessa turma diversos já se foram, nesses últimos dois anos, ainda jovens, pois não atingiram os 60 anos. Não chegaram à terceira idade... Muitos deles, por complicações decorrentes do excesso de bebida e de cigarro. Nenhum usava drogas ilícitas.
O exemplo para os que ainda estão entre nós é forte, e já sei de alguns que começaram a repensar os hábitos.
Meu amigo recem falecido, fique em paz.
Bjkª da Elza
quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Ainda férias


Quem não me conhece nem imagina que sou toda metida e cheia de frescuras. Muito discreta para me vestir e não tenho nem orelha furada por que detesto marcas pelo corpo.
Esse lindo pezinho que vocês podem apreciar nas fotos anexas, é meu. Eu estava tão livre, leve e solta que resolvi pintar uma borboleta na minha perna.
Preciso ir para a praia mais vezes. Ah ... ela ainda está aqui, tênue e agonizante.
Bjkª. Elza
domingo, 7 de janeiro de 2007
Festança
na familia é bom demais. O casamento foi comemorado num buffet muito organizado e bem distribuído. Salgados muito bem feitos e passados sem cessar, quentinhos, sequinhos, saborosos. Bebida fartamente distribuída. Massas como prato principal. Salada para acompanhar.
Todas as pessoas acomodadas. Os mais velhos no primeiro salão, menos barulhento e menos movimentado. Os mais jovens e crianças, no segundo salão, com música alta, luzes fortes e muita alegria.
O casal vive junto há mais de 6 anos, tem um filho e resolveu que era hora de assumir que deseja permanecer junto. Amigos e parentes, felizes com a decisão, compareceram em peso e foi bom demais. Energia boa e astral elevado por que havia muitas crianças presentes. Os filhos dos amigos acompanharam os pais e brincaram com o netinho de meu marido.
Pude me arrumar e retirar algumas peças do cofre para usar. Queimadinha de sol e enfeitada ... senti-me linda. Pena que não tenho nenhuma foto para publicar.
Maridão estava nas nuvens por casar o único pimpolho e conversei gostosamente com a Mãe do pimpolho e primeira esposa de meu marido. Nós já nos conhecíamos e nas poucas vezes que cruzamos, o constrangimento se fez presente.
Ontem, uma prima dela, muito interessante e inteligente, sensível e habilidosa, nos colocou à vontade e, acredito que ela tenha vencido o mal estar como eu.
Tudo maravilhoso: roupas, comidas, bebidas, música ...
Bjkª. Elza
Todas as pessoas acomodadas. Os mais velhos no primeiro salão, menos barulhento e menos movimentado. Os mais jovens e crianças, no segundo salão, com música alta, luzes fortes e muita alegria.
O casal vive junto há mais de 6 anos, tem um filho e resolveu que era hora de assumir que deseja permanecer junto. Amigos e parentes, felizes com a decisão, compareceram em peso e foi bom demais. Energia boa e astral elevado por que havia muitas crianças presentes. Os filhos dos amigos acompanharam os pais e brincaram com o netinho de meu marido.
Pude me arrumar e retirar algumas peças do cofre para usar. Queimadinha de sol e enfeitada ... senti-me linda. Pena que não tenho nenhuma foto para publicar.
Maridão estava nas nuvens por casar o único pimpolho e conversei gostosamente com a Mãe do pimpolho e primeira esposa de meu marido. Nós já nos conhecíamos e nas poucas vezes que cruzamos, o constrangimento se fez presente.
Ontem, uma prima dela, muito interessante e inteligente, sensível e habilidosa, nos colocou à vontade e, acredito que ela tenha vencido o mal estar como eu.
Tudo maravilhoso: roupas, comidas, bebidas, música ...
Bjkª. Elza
sábado, 6 de janeiro de 2007
Oficina mecânica

Definitivamente, esse lugar eu não gosto de freqüentar.
Sinto-me um toupeira, um peixe fora da água, uma trouxa de roupa suja!
Deveria ter uma ordem divina impedindo carro de mulher de ter defeito ou de quebrar! Nunca vi coisa igual!!!
Eu chego e digo que o carro está apresentando um aquecimento indevido e que o ar quente entra pelos meus pés. Antes de mexer na suspensão não existia esse aquecimento. Eu enfrento o trânsito. Eu dirijo o carro no inverno e no verão faz quase 8 anos. Eu conheço e desempenho dele...
- Ah ... dona, o carro não tem nada!!!!!!!!!!
Chego lá e falo que o carro está muito baixo e raspando o fundo em todos os pequenos relevos da rua. Foi feita a suspensão dele e ficou bom por algum tempo e agora, 5 meses após, está batendo de novo...
- Ah ... dona, esse carro é baixinho assim!!!!!!!!!!
Vou lá e digo que a torque não está igual ao que era. Tem regulagem? Dá para melhorar o desempenho?
- Ah ... dona, nesse carro deve ser observada a rotação do motor ...
O pior, é que o marido, também, pensa que sou uma espécie de imbecil, ou de palhaça, que só põe gasolina no carro e anda. Ele nunca se tocou que não bato o carro, e que o veículo só dá problemas de desgaste, por que tem baixa quilometragem mas muitos anos de vida!
Ele não leva o bandido ao mecânico para mim. Quer que eu leve e depois dê as explicações técnicas corretas e precisas para ele avaliar o que o profissional está diagnosticando!
Num guento!
Bjkª da Elza
quarta-feira, 3 de janeiro de 2007
Aventuras gastronômicas

Gostamos especialmente de dois restaurantes, que, ainda não tem site. Ambos me autorizaram a divulgação por meio desse blog.
Chão Batido
Estávamos conversando com uns conhecidos de beira de piscina e eles, conhecedores do pedaço, nos indicaram alguns recantos para alimentação. Batemos até outra praia, chamada de Santo Antonio de Lisboa. Trata-se de uma vila, mais do que simpática. Acredito eu que ela só esteja no circuito por causa desse restaurante. O que notei foi a presença de moradores no local e não turistas. Andamos pelas ruas do vilarejo e decidimos que, se um dia deixarmos São Paulo, será para morar lá, com os pés na areia.
Chegamos ao restaurante e começamos dando trabalho. Escolhemos a mesa daquele modo bem paulista ... essa não, tem sol batendo; não aquela está longe da janela e por aí afora. Por fim, sentamos e começamos a atormentar o garçon: tire uma foto ... Coisa de turista, no duro! Pedimos uma cerveja e o maridão quis ostras e lula. Fui de peixe com pirão. O dono, que se chama Ivan, veio conversar conosco e o papo rolou solto. Muito inteligente e prestativo, nos deu aula sobre pescados A comida boa sendo apreciada e um papo gostoso nos fez permanecer um tempão lá no restaurante. Pedimos a conta e a surpresa nos pegou em cheio: fomos escolhidos ou eleitos o casal do mês e nossa conta não foi cobrada. Disse-nos Ivan que, nossa maneira de ser simples, direta, objetiva, sem preconceitos nos valeu a gentileza.
O restaurante não tem site, mas tem o e.mail do dono, que me autorizou divulgar: ivansartorato@hotmail.com O restaurante chama-se Chão batido e fica na Rua XV de novembro, 103 – ( 48 ) 3235-2186 - Stº Antonio de Lisboa, Florianópolis – SC. Veja a frente dele. Convidativa, não é?
Trattoria La Botte
Estávamos sem almoço e já eram 19:20h. A Trattoria recomendada pelos conhecidos de piscina ali, na nossa frente, fechada! Nossos estômagos dando voltas e roncando mandaram esperar mais um pouco até ela ser aberta. Cacilda, a dona, percebeu o que estava acontecendo e veio em nosso socorro. Abriu a casa, mandou uma porção de pão com manteiga e sucos para acalmar nossa fome. Escolhemos um prato que amo: tagliarin verde com frutos do mar. O mundo começou a ficar bonito, de novo. O pão, delicioso, mas não essa receita comum que deixa a casca dura e o pão com gosto de fermento. Massa pesada, casca macia. Tagliarin feito na casa. Leve e deliciosamente “al dente”. Frutos do mar bem preparados. Um pecadinho: molho de tomate feito de polpa industrializada. Convidamos Cacilda para sentar-se conosco e conversamos com ela. Morou na Itália e lá fez seus cursos de gastronomia e culinária. Ela é a chef da casa. Sobremesa: sorvete italiano do vizinho.
Recomendamos. Está no Shopping Cachoeira, que fica na Av. Luiz Boiteux Piazza, 3454 – Cachoeira do Bom Jesus ( 48) 3284-5229 / e.mail: labotte@terra.com.br
Não tiramos foto por que a bateria da máquina acabou.
Chão Batido
Estávamos conversando com uns conhecidos de beira de piscina e eles, conhecedores do pedaço, nos indicaram alguns recantos para alimentação. Batemos até outra praia, chamada de Santo Antonio de Lisboa. Trata-se de uma vila, mais do que simpática. Acredito eu que ela só esteja no circuito por causa desse restaurante. O que notei foi a presença de moradores no local e não turistas. Andamos pelas ruas do vilarejo e decidimos que, se um dia deixarmos São Paulo, será para morar lá, com os pés na areia.
Chegamos ao restaurante e começamos dando trabalho. Escolhemos a mesa daquele modo bem paulista ... essa não, tem sol batendo; não aquela está longe da janela e por aí afora. Por fim, sentamos e começamos a atormentar o garçon: tire uma foto ... Coisa de turista, no duro! Pedimos uma cerveja e o maridão quis ostras e lula. Fui de peixe com pirão. O dono, que se chama Ivan, veio conversar conosco e o papo rolou solto. Muito inteligente e prestativo, nos deu aula sobre pescados A comida boa sendo apreciada e um papo gostoso nos fez permanecer um tempão lá no restaurante. Pedimos a conta e a surpresa nos pegou em cheio: fomos escolhidos ou eleitos o casal do mês e nossa conta não foi cobrada. Disse-nos Ivan que, nossa maneira de ser simples, direta, objetiva, sem preconceitos nos valeu a gentileza.
O restaurante não tem site, mas tem o e.mail do dono, que me autorizou divulgar: ivansartorato@hotmail.com O restaurante chama-se Chão batido e fica na Rua XV de novembro, 103 – ( 48 ) 3235-2186 - Stº Antonio de Lisboa, Florianópolis – SC. Veja a frente dele. Convidativa, não é?
Trattoria La Botte
Estávamos sem almoço e já eram 19:20h. A Trattoria recomendada pelos conhecidos de piscina ali, na nossa frente, fechada! Nossos estômagos dando voltas e roncando mandaram esperar mais um pouco até ela ser aberta. Cacilda, a dona, percebeu o que estava acontecendo e veio em nosso socorro. Abriu a casa, mandou uma porção de pão com manteiga e sucos para acalmar nossa fome. Escolhemos um prato que amo: tagliarin verde com frutos do mar. O mundo começou a ficar bonito, de novo. O pão, delicioso, mas não essa receita comum que deixa a casca dura e o pão com gosto de fermento. Massa pesada, casca macia. Tagliarin feito na casa. Leve e deliciosamente “al dente”. Frutos do mar bem preparados. Um pecadinho: molho de tomate feito de polpa industrializada. Convidamos Cacilda para sentar-se conosco e conversamos com ela. Morou na Itália e lá fez seus cursos de gastronomia e culinária. Ela é a chef da casa. Sobremesa: sorvete italiano do vizinho.
Recomendamos. Está no Shopping Cachoeira, que fica na Av. Luiz Boiteux Piazza, 3454 – Cachoeira do Bom Jesus ( 48) 3284-5229 / e.mail: labotte@terra.com.br
Não tiramos foto por que a bateria da máquina acabou.
Depois eu conto mais. Bjkª. Elza
Ah ... tem post ... lá!
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Viagem

Foi ótima. Esperamos nosso vôo por 4 longas horas, em Congonhas. Embarcados, esperamos mais 55 minutos para sair de São Paulo em direção a Florianópolis. Vôo tranquilo e curto. Pegamos nosso carro na Localiza e lá fomos para a Praia Brava.
O hotel é bastante simpático e acolhedor.
Linda noite, bom jantar e muito sono. No dia seguinte, céu nublado e calor forte. Fomos à praia mesmo assim. Tem no máximo 2.000m de extensão de areia firme, ondas e pouca gente. Linda por que tem águas límpidas e o contraste da vegetação natual. Belos condomínios, também. Ouvi dizer que o Bornhausen tem diversos empreendimentos por lá, assim como o Guga.
A propósito, ele, o Guga, apareceu por lá, com seu 1,94 de altura e pouquíssimos quilos de peso. Simpático, deu atenção às crianças e distribuiu autógrafos. Tomou sol, surfou e sumiu.
Choveu no final do primeiro dia e na manhã seguinte. Após às 14 horas abriu o sol que não nos deixou mais.
A vida de praia/piscina é uma loucura de boa. Repõe energias e descarrega tensões.
Conhecemos muita gente por lá. Paulistas e paranaenses aos montes. Nosso carro tinha placa de Belo Horizonte, sede da Localiza e, passamos por mineiros.
Como nos hospedamos no lado norte da ilha e o tempo era escasso, visitamos algumas praias dessa região. Interessante como varia o público de uma para outra. Enquanto a praia dos Ingleses é bem popular, a de Jurerê é altamente sofisticada, com casas imensas e terrenos sem cercas.
O catarinense é gentil, educado, prestativo e gosta dos turistas. Fomos muito bem recebidos por lá.
Noutro dia conto nossas aventuras gastronômicas.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 1 de janeiro de 2007
Os cães estão aqui comigo.

Baltazar ficou com minha amiga cachorreira até o dia 26 e depois, junto das amigas, transportado para o hotelzinho do Raul. Retornei no 29 e peguei o meu bicho. Maridão banhou o pequeno e eu o sequei, mas não completamente. Ele se resfriou. Além disso, voltou deprimido, com o rabo caído e orelhas moles. Uma tristeza tão grande que me fez levá-lo à vet, no dia 30, que receitou fortificante, vitamina C e xarope.
Medicado e ainda triste, ocorreu-me buscar as cadelas amigas. Resgatei as duas do hotelzinho e maridão as banhou, no dia 31.
Pelos e mais pelos voaram pela cozinha do apartamento. Um sufoco para limpar depois que as liberei do secador.
Minha iniciativa pouco ou nada adiantou. Ele não queria conversa. Dormiu muito e não brincou com elas. Comeu e dormiu, só!
À noite, saímos para comemorar o nascimento do ano e elas ficaram na casa delas, sozinhas, com água e comida. Ele ficou em casa com a Thelma. No retorno, cometi um pecado: esqueci delas e as deixei sozinhas no apartamento. Dormiram lá. Hoje pela manhã eu as resgatei tranqüilas, descansadas e felizes.
Estamos todos em casa: as duas cadelas, o Baltazar e a Thelma. Já saímos para passear e agora não tenho somente uma sombra ... Ele melhorou. Já está com o rabo em riste, já procura brincar com o urso de pelúcia, mas está estranhando a presença delas em casa. Por sua vez, elas não fazem cerimônia. Deitam na cama dele, comem do comedouro dele, me tratam como dona delas... A Brigite não desgruda um segundo de mim e a Sofia não perde contato visual de forma alguma.
Nesse exato momento tenho todos eles em volta de mim, como na foto, batida ontem... A Sofia está deitada no encosto do sofá, o Baltazar na minha perna, a Brigite enrolada perto do meu quadril e, a Thelma, plácida e tranquila, na cadeira ao lado.
Tão vendo o livro na minha mão? Acabei de ler: ZORRO de Isabel Allende. Vale a pena.
Post novo
Feliz ano novo.
Bjkª da Elza
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