terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Viagem

Foi ótima. Esperamos nosso vôo por 4 longas horas, em Congonhas. Embarcados, esperamos mais 55 minutos para sair de São Paulo em direção a Florianópolis. Vôo tranquilo e curto. Pegamos nosso carro na Localiza e lá fomos para a Praia Brava.
O hotel é bastante simpático e acolhedor.
Linda noite, bom jantar e muito sono. No dia seguinte, céu nublado e calor forte. Fomos à praia mesmo assim. Tem no máximo 2.000m de extensão de areia firme, ondas e pouca gente. Linda por que tem águas límpidas e o contraste da vegetação natual. Belos condomínios, também. Ouvi dizer que o Bornhausen tem diversos empreendimentos por lá, assim como o Guga.
A propósito, ele, o Guga, apareceu por lá, com seu 1,94 de altura e pouquíssimos quilos de peso. Simpático, deu atenção às crianças e distribuiu autógrafos. Tomou sol, surfou e sumiu.
Choveu no final do primeiro dia e na manhã seguinte. Após às 14 horas abriu o sol que não nos deixou mais.
A vida de praia/piscina é uma loucura de boa. Repõe energias e descarrega tensões.
Conhecemos muita gente por lá. Paulistas e paranaenses aos montes. Nosso carro tinha placa de Belo Horizonte, sede da Localiza e, passamos por mineiros.
Como nos hospedamos no lado norte da ilha e o tempo era escasso, visitamos algumas praias dessa região. Interessante como varia o público de uma para outra. Enquanto a praia dos Ingleses é bem popular, a de Jurerê é altamente sofisticada, com casas imensas e terrenos sem cercas.
O catarinense é gentil, educado, prestativo e gosta dos turistas. Fomos muito bem recebidos por lá.
Noutro dia conto nossas aventuras gastronômicas.
Bjkª. Elza
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