terça-feira, 6 de outubro de 2009
Panqueca
- Mana, preciso de ajuda e acho que você é minha salvação.
Quando a conversa começa nesses termos meus pelinhos da nuca arrepiam.
- Minha filha voltava para casa, no sábado à noite e achou uma cadelinha no meio de um cruzamento. Maltês, recem tosada, cheirando a talco. Linda!
- Mano, eu tenho cachorro e gata em casa. Meu apartamento não comporta mais bichos do que pessoas.
Essa conversa deu-se no domingo à noite, depois de eles terem anunciado a cadelinha em todos os pets da região em que moram, aqui em São Paulo. Tentaram presentear a sogra com ela, mas não deu certo. Ela gosta de vira-lata para ficar no quintal e comer restos de comida e não uma senhorita frufru.
No dia seguinte:
- Sobrinha, tenho alguns contatos e vou tentar colocar numa boa casa. Você tem fotos dela? Pode me enviar?
- Tia, tenho toneladas de fotos dela, mas quero que você a adote. Por favor, tiiiiiiiiiaaaaaaaaaa...
A partir daí teve inicio o segura coração, já que estou querendo arrumar companhia para o Baltazar. Meu marido foi outro que se animou e recusou a baixinha. Eu adoraria ter uma cadelinha em casa, mas e se ela e a Thelma se desentenderem???
- Filha, não posso ficar com ela, mas vou ajudar no que puder.
Liguei para algumas conhecidas que estão sem cachorro, mas todas de luto pela morte dos bichos recusaram a maltês.
Falei com minha amiga protetora e ela saiu a campo e achou 2 casas para a baixinha. Passamos metade do dia trocando e.mails e falando nela. Foto vai, foto vem, escureceu e dormi.
- Mana, uma amiga da minha filha passou por aqui e carregou a Panqueca embora.
Já agradeci a todos pelo esforço.
Ah ... Panqueca? Ninguém sabe porquê! Minha sobrinha olhou poara ela, para as patinhas feridas e olhar súplice e tascou-lhe o nome.
Historinha besta, né? Verdadeira, contudo.
Elza
EM TEMPO: DIAS DEPOIS OS DONOS ACHARAM O ANUNCIO DEIXADO NUM PET E FORAM BUSCAR A BONITINHA. FINAL FELIZ, NÉ?
Quando a conversa começa nesses termos meus pelinhos da nuca arrepiam.
- Minha filha voltava para casa, no sábado à noite e achou uma cadelinha no meio de um cruzamento. Maltês, recem tosada, cheirando a talco. Linda!
- Mano, eu tenho cachorro e gata em casa. Meu apartamento não comporta mais bichos do que pessoas.
Essa conversa deu-se no domingo à noite, depois de eles terem anunciado a cadelinha em todos os pets da região em que moram, aqui em São Paulo. Tentaram presentear a sogra com ela, mas não deu certo. Ela gosta de vira-lata para ficar no quintal e comer restos de comida e não uma senhorita frufru.
No dia seguinte:
- Sobrinha, tenho alguns contatos e vou tentar colocar numa boa casa. Você tem fotos dela? Pode me enviar?
- Tia, tenho toneladas de fotos dela, mas quero que você a adote. Por favor, tiiiiiiiiiaaaaaaaaaa...
A partir daí teve inicio o segura coração, já que estou querendo arrumar companhia para o Baltazar. Meu marido foi outro que se animou e recusou a baixinha. Eu adoraria ter uma cadelinha em casa, mas e se ela e a Thelma se desentenderem???
- Filha, não posso ficar com ela, mas vou ajudar no que puder.
Liguei para algumas conhecidas que estão sem cachorro, mas todas de luto pela morte dos bichos recusaram a maltês.
Falei com minha amiga protetora e ela saiu a campo e achou 2 casas para a baixinha. Passamos metade do dia trocando e.mails e falando nela. Foto vai, foto vem, escureceu e dormi.
- Mana, uma amiga da minha filha passou por aqui e carregou a Panqueca embora.
Já agradeci a todos pelo esforço.
Ah ... Panqueca? Ninguém sabe porquê! Minha sobrinha olhou poara ela, para as patinhas feridas e olhar súplice e tascou-lhe o nome.
Historinha besta, né? Verdadeira, contudo.
Elza
EM TEMPO: DIAS DEPOIS OS DONOS ACHARAM O ANUNCIO DEIXADO NUM PET E FORAM BUSCAR A BONITINHA. FINAL FELIZ, NÉ?
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3 comentários:
Elza:
Adorei a historinha.
Ainda bem que Panqueca achou uma casinha.
Beijos.
Anny
Gostei do nome!
Panqueca e Pipoca! Heheheh!
Nada... de besta sua estória tem nada. Gostei. Comoveu. Felicidades pra Panqueca... Pancake, just in case... --Lisa
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