quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
De lanterna a farolete
Aí, alguém disse: eu quero que você fique.
Aí, alguém retrucou: saiba que eu quero ficar.
Cheira coisa boa ou não cheira?
Ó, tou indo até ali para uma audiência e volto, amanhã à noite.
Bjkª. Elza
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
tiururu 2
De luz no fundo do tunel virou uma lanterna e está pertinho pertinho da minha mão ...
Fofoca: aquele que queria me contratar e que eu não aguentei ... o mineiro falador ... está sofrendo 2 ações de ex-clientes. Uma delas, por danos morais e a outra, indenização pela imperícia no exercicio da profissão ... Soube hoje!!! Veja só do que me livrei!!!
Bjkª. Elza
Fofoca: aquele que queria me contratar e que eu não aguentei ... o mineiro falador ... está sofrendo 2 ações de ex-clientes. Uma delas, por danos morais e a outra, indenização pela imperícia no exercicio da profissão ... Soube hoje!!! Veja só do que me livrei!!!
Bjkª. Elza
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Thururu
Tem uma luz lá no fundo do tunel e estou me desdobrando para atingi-la e transformá-la num holofote.
Claro que eu não vou falar do que se trata, hoje.
Bjkª. Elza
Claro que eu não vou falar do que se trata, hoje.
Bjkª. Elza
sábado, 26 de janeiro de 2008
Desmatamento da Amazonia

Cursei Geografia na Universidade de São Paulo e me formei em 1.975.
Um tempão ...
Naquela época falava-se na construção da Rodovia Transamazônica e no impacto que seria para o meio ambiente a retirada de vegetação, ao longo do rio, para a estrada. O desmatamento era profundamente combatido e a oposição dizia que era imperiosa a construção da estrada para levar o progresso para aquela região. Todos nós sabemos em que estado se encontra o pouco que restou da rodovia.
Falava-se em criar malha viária na Amazonia para integrá-la ao País.
Houve a desmistificação da floresta como o grande pulmão do mundo, pois, por tratar-se de vegetação muito velha ela produz muito oxigênio e utiliza todo ele. Nos meus tempos de estudante dizia-se que o grande pulmão do mundo era formado pelas algas que produziam oxigiênio e o deixava no ar, para nosso uso e gozo.
Apesar de tão combatida a tal da Rodovia Transamazônica foi construida e o desmatamento não parou unca mais. Desde aquela época a floresta vem sendo explorada. Inicialmente aos poucos, timidamente, com a conivência dos índios e a complacência dos governos, até o início do monitoramento por satélites, quando explodiu o pouco caso para com a natureza, com o meio ambiente, com a ecosistema.
Chegamos a situação alarmante, pois, depois de destruida a mata não volta ao que era. Nunca mais se reconstitui. Como proceder diante da fauna desaparecida?
De vez em quando eu recebo e.mails alarmantes que trazem denuncias de verdadeiros estados de fato instalados no interior da Amazônia, com idioma e moeda diferentes dos nossos. Estados que exploram nossas reservas minerais, vegetais e sei lá o quê. Até que ponto são verdadeiras essas noticias eu não sei, mas, considerando-se o descaso do governo, ponho-me a pensar...
O desmatamento já é crítico. O prejuízo ao ecosistema já está instalado e a ganância já demonstrou seu poder.
Meus pêsames, Floresta Amazônica.
Meus pêsames, povo ribeirinho.
Meus pêsames, nossos governantes.
Um tempão ...
Naquela época falava-se na construção da Rodovia Transamazônica e no impacto que seria para o meio ambiente a retirada de vegetação, ao longo do rio, para a estrada. O desmatamento era profundamente combatido e a oposição dizia que era imperiosa a construção da estrada para levar o progresso para aquela região. Todos nós sabemos em que estado se encontra o pouco que restou da rodovia.
Falava-se em criar malha viária na Amazonia para integrá-la ao País.
Houve a desmistificação da floresta como o grande pulmão do mundo, pois, por tratar-se de vegetação muito velha ela produz muito oxigênio e utiliza todo ele. Nos meus tempos de estudante dizia-se que o grande pulmão do mundo era formado pelas algas que produziam oxigiênio e o deixava no ar, para nosso uso e gozo.
Apesar de tão combatida a tal da Rodovia Transamazônica foi construida e o desmatamento não parou unca mais. Desde aquela época a floresta vem sendo explorada. Inicialmente aos poucos, timidamente, com a conivência dos índios e a complacência dos governos, até o início do monitoramento por satélites, quando explodiu o pouco caso para com a natureza, com o meio ambiente, com a ecosistema.
Chegamos a situação alarmante, pois, depois de destruida a mata não volta ao que era. Nunca mais se reconstitui. Como proceder diante da fauna desaparecida?
De vez em quando eu recebo e.mails alarmantes que trazem denuncias de verdadeiros estados de fato instalados no interior da Amazônia, com idioma e moeda diferentes dos nossos. Estados que exploram nossas reservas minerais, vegetais e sei lá o quê. Até que ponto são verdadeiras essas noticias eu não sei, mas, considerando-se o descaso do governo, ponho-me a pensar...
O desmatamento já é crítico. O prejuízo ao ecosistema já está instalado e a ganância já demonstrou seu poder.
Meus pêsames, Floresta Amazônica.
Meus pêsames, povo ribeirinho.
Meus pêsames, nossos governantes.
Quer conhecer um blog muito interessante e inteligente?
Bjkª. Elza
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Brigite e seus filhotes

A foto não é muito boa, mas dá para ver a Brigite e seus quatro filhos.
Os filhotes estão com 4 dias de nascidos.
Bjkª. Elza
domingo, 20 de janeiro de 2008
Realizei meu desejo

A reunião foi no apartamento do mais velho.
Servi macarrão com alice. As cunhadas aprenderam a fazer a receita da minha avó italiana.
Meu irmão fez uma carne de panela, deliciosa.
O outro levou o vinho, a sobremesa, a máquina fotográfica e uma montanha de fotos antigas scaneadas.
Enquanto estávamos só meu irmão mais velho, a esposa e eu conversamos sobre meu marido e sobre as dificuldades que ele teve de entrar para a familia. Falei da minha inabilidade em harmonizar os temperamentos e no quanto meu marido mudou com o passar dos anos.
Esse irmão é especial. Ele compreende e está tentanto me ajudar na integração do meu marido ao meio.
O mais novo é o problema. Ele não quer ouvir e não quer entender e não quer ser caridoso...
Acho que essa reunião trouxe coisas boas para todos e espero que os dois irmãos conversem entre si sobre meu marido e que o mais velho conte as minhas ponderações.
A bem da verdade eu não espero nada, mas estou feliz porque nós conversamos, rimos, vimos as fotos antigas e sacamos muitas fotos que publicarei assim que as receba por e.mail.
Cumpri minha missão de natal de 2006.
Reuni minha familia em volta de uma mesa farta, como boa descendente de italizanos e portugueses que sou.
Ficamos juntos por algumas horas e estou em paz.
Pensando melhor, assim como reuni os irmãos com as esposas, reunirei todos, com meu marido. Esse é meu propósito para o Natal de 2008.
Servi macarrão com alice. As cunhadas aprenderam a fazer a receita da minha avó italiana.
Meu irmão fez uma carne de panela, deliciosa.
O outro levou o vinho, a sobremesa, a máquina fotográfica e uma montanha de fotos antigas scaneadas.
Enquanto estávamos só meu irmão mais velho, a esposa e eu conversamos sobre meu marido e sobre as dificuldades que ele teve de entrar para a familia. Falei da minha inabilidade em harmonizar os temperamentos e no quanto meu marido mudou com o passar dos anos.
Esse irmão é especial. Ele compreende e está tentanto me ajudar na integração do meu marido ao meio.
O mais novo é o problema. Ele não quer ouvir e não quer entender e não quer ser caridoso...
Acho que essa reunião trouxe coisas boas para todos e espero que os dois irmãos conversem entre si sobre meu marido e que o mais velho conte as minhas ponderações.
A bem da verdade eu não espero nada, mas estou feliz porque nós conversamos, rimos, vimos as fotos antigas e sacamos muitas fotos que publicarei assim que as receba por e.mail.
Cumpri minha missão de natal de 2006.
Reuni minha familia em volta de uma mesa farta, como boa descendente de italizanos e portugueses que sou.
Ficamos juntos por algumas horas e estou em paz.
Pensando melhor, assim como reuni os irmãos com as esposas, reunirei todos, com meu marido. Esse é meu propósito para o Natal de 2008.
Na foto: o de camisa branca é o mais novo dos três irmãos.
Bjkª. Elza
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Cachorro louco
O povo de São Paulo chama de cachorro louco aos motoboys que circulam em altas velocidades, no meio dos carros, sem respeitar faixas que separam as pistas, faixas de pedestres, faróis, sinalização e tudo, enfim.
Esses motoboys ganham por hora e, contratados, o mínimo que se paga são R$ 20,00 que equivaleria a duas horas de serviço. Noutro dia contratei um deles que, recebeu os R$ 20,00 e trabalhou 25 minutos!!!!!!!!!!!
O serviço deles é útil, necessário e eles se tornaram uma categoria profissional. As condições de trabalho são massacrantes e exigem muito deles; daí transitarem feito loucos, colocando em risco a integridade física de todos os que se aproximam.
Meu carro já foi abalroado, de propósito, porque eu parei no lugar que o cachorro loucio queria ficar. Vingou-se e tratou de quebrar o espelho lateral.
Claro que nem todos são bandidos, mas todos são doidos em cima de suas motos.
O prefeito de São Paulo decidiu proibir a circulação de moto boys por algumas avenidas da cidade e está a exigir acessórios de segurança. É óbvio que está buscando controlar a manutenção das motos com vistorias nos departamentos de trânsito e diminuir o número de acidentes diários.
Eles não querem o controle. Não querem a proibição de circular por entre os carros e caminhões e ônibus a 90 km por hora nas marginais e outras avenidas importantes. Eles não querem as caçambas no lugar das mochilas e fitas reflexivas nos capacetes. Não querem as vistorias para lacração dos veículos. Claro, clandestinidade é muito mais rendosa!
Para demonstrar que não estão para brincadeira, eles se vingaram e pararam a cidade. Mais de 500 deles, segundo a PM, lotaram todas as grandes avenidas da cidade num protesto. Foram até a Prefeitura e posaram para as fotos publicadas no UOL.
Sempre me bato nessa tecla: há inversão de valores e a coisa está piorando dia a dia. Onde vamos parar?
Bjkª. Elza
Esses motoboys ganham por hora e, contratados, o mínimo que se paga são R$ 20,00 que equivaleria a duas horas de serviço. Noutro dia contratei um deles que, recebeu os R$ 20,00 e trabalhou 25 minutos!!!!!!!!!!!
O serviço deles é útil, necessário e eles se tornaram uma categoria profissional. As condições de trabalho são massacrantes e exigem muito deles; daí transitarem feito loucos, colocando em risco a integridade física de todos os que se aproximam.
Meu carro já foi abalroado, de propósito, porque eu parei no lugar que o cachorro loucio queria ficar. Vingou-se e tratou de quebrar o espelho lateral.
Claro que nem todos são bandidos, mas todos são doidos em cima de suas motos.
O prefeito de São Paulo decidiu proibir a circulação de moto boys por algumas avenidas da cidade e está a exigir acessórios de segurança. É óbvio que está buscando controlar a manutenção das motos com vistorias nos departamentos de trânsito e diminuir o número de acidentes diários.
Eles não querem o controle. Não querem a proibição de circular por entre os carros e caminhões e ônibus a 90 km por hora nas marginais e outras avenidas importantes. Eles não querem as caçambas no lugar das mochilas e fitas reflexivas nos capacetes. Não querem as vistorias para lacração dos veículos. Claro, clandestinidade é muito mais rendosa!
Para demonstrar que não estão para brincadeira, eles se vingaram e pararam a cidade. Mais de 500 deles, segundo a PM, lotaram todas as grandes avenidas da cidade num protesto. Foram até a Prefeitura e posaram para as fotos publicadas no UOL.
Protesto organizado nas zonas norte, sul e oeste pois, foram acompanhados por batedores da PM e não puderam cercear a liberdade de ir e vir dos demais cidadãos.
Como não poderia deixar de ser, houve protesto na zona leste e lá, um número imenso de cachorros loucos, sem batedores, parou a avenida mais importante da região e lá ficaram, parados, com gritos de ordem e um buzinhaço tremendo.
Aqui em São Paulo é assim: baderna generalizada. Perueiro ilegal quer mostrar força paraliza a Rua Maria Paula, na frente da Câmara dos Vereadores; marreteiro quer continuar a vender contrabando no meio da rua faz protesto contra a polícia e paraliza a Rua 25 de março; motoristas e cobradores de ônibus fazem greve e estacionam os veículos sobre as pontes e impedem a passagem de todos os que não estão envolvidos no problema; funcionários do metrô resolvem protestar e abrem as catracas para o povo ...Sempre me bato nessa tecla: há inversão de valores e a coisa está piorando dia a dia. Onde vamos parar?
Bjkª. Elza
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