terça-feira, 31 de julho de 2007

PostHeaderIcon Rio de Janeiro

Madruguei e me apresentei no balcão de embarque da GOL às 7:50min por que meu vôo era às 8:50 min. Sou disciplinada e não quero conversa quando o assunto é sério.
O vôo partiu perto das 11 h por que a GOL juntou dois vôos em um e ainda assim não estava lotado. Eu diria que estava com 55% da capacidade.
Santos Dumont está bonito, não está? Reformado, todo limpinho e cheio de vidros e mármores. Tomei um taxi para a 3ª Vara Empresarial que não está no Forum e sim no Edificio Jockei Club na Almirante Barroso.
Eu conversara com um atendente na véspera e ele sabia que eu irira e por isso, o processo de 13 volumes já estava separado para mim. Acomodei-me como pude e comecei minha tarefa de deslindar aquele mistério. Comecei por volta das 12:15min. Parei para almoçar e deixei sob os cuidados dos cartorários o processo, minha pasta e meu agasalho enorme e pesado.
Terminei de desfazer o mistério daquele processo e desci para tirar cópias.
Meu telefone TIM não fez qualquer ligação e não recebeu as mensagens que me enviaram. Preciso ligar para lá e saber o motivo dessa mudez. Comprei um cartão e liguei para o marido de um telefone público no meio do quadra. Um horror!!!
Findo meu trabalho, agradeci muito as inúmeras gentilezas que recebi daquele povo que fala issssssssquina, isssscada, isssssquerrrrrrrrrrrrda e por aí afora.
Um deles brincou comigo e lascou um "tchê" no meu ouvido. Ri bastante e lhe disse que não era gaúcha e falei cantado e arrastado como os paulistanos costumam falar e ele riu muito. Detalhe: sou caipira e não canto como os paulistanos quando falo.
Tomei outro taxi, de volta ao aeroporto. Embarquei em vôo antecipado e cheguei em casa, feliz. Resolvi tudo o que precisava e já tenho os elementos necessários para trabalhar.
Dá para acreditar que não olhei para a maravilha do mundo chamada Cristo Redentor? Dá para acreditar que nem me preocupei em procurar com os olhos o Pão de Açucar? Só vi mar por que admirei a ponte Rio-Niterói lá do alto...
Pretendo passear no Rio de Janeiro um dia.
Bjkª. Elza
domingo, 29 de julho de 2007

PostHeaderIcon O PAN da TAM

Não assisti à transmissão do encerramento dos jogos, o que lamento bastante.
Acompanhei-os na medida do possível e me mantive atualizada por meio dos jornais diários tanto da Band Sport como da Sport TV, mas não foi fácil, porque minha semana complicou-se em razão das atividades profissionais.
Li alguns comentários publicados nos jornais e soube, por meio dos articulistas que nem os Estados Unidos e nem o Canadá divulgaram esses jogos nos seus países e nem mandaram equipes de elite para cá. Mesmo assim, os USA levaram a maioria das medalhas de ouro. Imagine se a elite viesse?
Um jornal comparou os jogos panamericanos com os " jogos abertos do interior ", ou seja, competição interiorana, sem representatividade, sem recordes, sem repercussão, sem talentos e sem nada.
De fato, nenhum recorde mundial ou olímpico foi quebrado e poucos panamericanos foram batidos.
Continuo na mesma tecla já que, ainda não me convenci da necessidade de serem gastos tantos milhões para preparar uma cidade para essa maratona esportiva, se nossos atletas de elite são em número tão reduzido.
Os gastos com essa parafernalia não se coaduna com nosso país que não tem vocação e nem tradição esportiva. Esse gasto teria fornecido moradia para milhares de desabrigados. Teria armado nossas polícias de fronteira. Teria construido quantas escolas e hospitais?
Poucos treinam muito e, recebem medalhas e, tem fotos estampadas nos jornais. O povo nem sabe que existe esse ou aquele esporte. Nem imagina quais sejam as regras e menos ainda, como e onde são praticados, o que é uma pena, mas é a realidade. O povo não sabe se comportar nos estádios e vaia os competidores, o que é uma vergonha.
Claro que o balanço desse desperdício de dinheiro aparecerá favorável ao Rio de Janeiro porque não há a menor seriedade na prestação de contas. No entanto, eu duvido que o município tenha arreacadado o suficiente para justificar o transtorno que a população viveu.
Esse PAN será inesquecível para mim. Pan do desastre da TAM, da vaia ao noço prisidenti e do início de recuperação de meu irmão.

Bjkª. Elza
sexta-feira, 27 de julho de 2007

PostHeaderIcon Alvíssaras





ELE






SAIU






DO





HOSPITAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA



Bjkª da Elza
quinta-feira, 26 de julho de 2007

PostHeaderIcon Jogos Panamericanos

Preciso tirar uma dúvida: quais atletas e de quais esportes, de fato, treinam no Brasil? Quais atletas vivem no Brasil?
Eu sei que os da natação treinam nos Estados Unidos; os jogadores de voley estão pela Europa e acredito que alguns do basquete também.
A moçada da ginástica artística e ritmica é treinada no Paraná, não é?
E os demais?
O pessoal do atletismo, tem técnicos nacionais e patrocinadores?
Salto ornamental eu não sei, mas vi uma competidora com camiseta de um grande clube daqui de SP dando entrevista. Acho que treina por aqui.
As moças do nado sincronizado treinam onde? Os técnicos são nacionais?
E assim por diante... As moças do futebol jogam na Europa; as do handball também. Os jovens do handball e do futsal vivem onde? Treinam aqui?
Não conheço todas as categorias que estão disputando os jogos, mas a pergunta é sempre a mesma: será que os ganhadores de medalhas para o Brasil são expoentes do nosso esporte ou do esporte praticado nos outros países em que são treinados?
Caratê, box, tenis de mesa e por aí afora ...
Pergunto por que quero saber se temos, de fato, mais incentivo ao esporte nacional para o povo ou se alguns privilegiados recebem incentivos particulares apenas para os esportes competitivos.
Bjkª. Elza
quarta-feira, 25 de julho de 2007

PostHeaderIcon Home Care

O médico quer meu irmão fora do hospital em 5 dias.
Obrigada a todos pelo apoio e compreensão.
Bjkª . Elza
segunda-feira, 23 de julho de 2007

PostHeaderIcon Chove e faz frio

Precisei ir ao banco hoje cedo. Tomei chuva.

Voltei para casa por volta das 11h e o maridão me disse que iria para BH lá pelas 13:30h. Tratei de bolar o almoço e mãos à obra. Improvisei e deu certo. Comemos arroz feitinho na hora, feijão esquentado; linguiça calabresa defumada fatiada e "frita" no forno; batatas palito congeladas e "fritas" no forno. Salada com folhas de alface, almerão à juliana, erva-doce e tomate. Sou caipira do interior de São Paulo... torrei farinha de mandioca e me deliciei.

O encontro do maridão com o companheiro de viagem é num posto de gasolina na saída para Cotia e o deixei lá, embaixo de chuva. Um imbecil bateu na traseira do meu carro e o maridão viu. CAAAALLLLARO que colocou a culpa em mim... Tudo bem! Chovia tanto e fazia tanto frio que eu entrei no meu possante e vim para casa. O bunitinho dele ficou aqui, estacionado bem na porta do prédio.

Eu tinha muitas coisas para fazer e cada uma delas num canto da cidade. Com chuva e frio optei por ficar aqui e redigir uma peça que escruara. Valeu, mas meu irmão esperará mais um pouco pela almofada de silicone.

Adoro ajudar a Dª Sylvia. Ela tem 83 anos e patina para manusear o computador, mas consegue. Às vezes ela grita por socorro e lá vou eu, deixando para tras minhas obrigações. Ela merece.

Moro perto da rota dos aviões que decolam e pousam em Congonhas. Tem dia que não dá para falar ao telefone tal o barulho que eles fazem. Hoje foi um "bene de Dio" por que ouvi dizer que os comandantes estavam se recusando a pousar com a pista molhada e desviavam as aeronaves para outros aeroportos. Silêncio gratificante.

Eram mais de 21 h quando consegui sair com o Baltazar. Voltinha curta, mas gratificante. Encontrei a Mara na rua. Ela tem a Tifany e foi uma das primeiras pessoas que conheci por causa do Gaspar.

Boa semana para todos.

Bjkª da Elza
sábado, 21 de julho de 2007

PostHeaderIcon FORA DA UTI

Meu irmão está fora da UTI, de novo. Está na semi intensiva. Lúcido, confiante, embora bastante irritado. Tem manchas roxas pelo corpo todo, está inchado e tomando antibióticos. A infecção ainda não cedeu e não pode chegar no único rim dele. Está muito feliz por que teve um artigo publicado na Tribuna do Direito, ano XV, nº 171 fl. 27, no qual ele falou sobre crimes hediondos e direito do trabalho. Por gestos e usando uma tabela com letras, ele me disse que está arquitetando outro artigo.
Oremos. A situação dele ainda é muito difícil.
Bjkª. Elza