terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Mudança de horário
Quando o relógio vira para o horário de verão eu padeço. Sofro dias e dias até me acostumar.
Estou sofrendo com o inverso. Olho para o relógio depois de ter feito um batalhão de coisas e ainda não são 18 horas. Meu corpo está dolorido e minha cabeça vazia. Vou dormir.
Bjkª. Elza
Estou sofrendo com o inverso. Olho para o relógio depois de ter feito um batalhão de coisas e ainda não são 18 horas. Meu corpo está dolorido e minha cabeça vazia. Vou dormir.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Uma paulista em São Paulo

Ninguém merece!!!!!!!!!!!
Fiquei 5 horas na sala de embarque esperando avião.
O aeroporto de São Paulo fechou por causa da chuva. O vôo da Varig foi cancelado e acabei viajando TAM.
Saímos dos Buritis lá pelas 14 horas e cheguei em casa às 21:40h !!!!!!!!!!
Belo Horizonte, como sempre, bonita e simpática. Gosto dessa cidade, apesar do imenso preconceito com paulista que existe por lá.
Impressionante como somos discriminados nos lugares, como somos passados para tras e preteridos no atendimento. Acho que nosso dinheiro não é bom para mineiro. Mineiro esquece que parte do território já pertenceu a São Paulo e que a colonização da área mais rica do Estado é paulista.
Conta-se em verso e prosa a mineirice, ou seja, a esperteza e as respostas curiosas sempre na ponta da lingua. Isso é muito comum no interior de São Paulo e damos o nome de caipirice.
Esse costume do fogão à lenha, cozinhar com banha de porco, tutu de feijão e quetais não é exclusividade mineira. É paulista, também, que levou os hábitos para os lugares de colonização. Quantas entradas e bandeiras partiram de São Paulo e chegaram mais fundo nesse País do que Belo Horizonte? Os hábitos desses homens foram disseminados pelo interior e são os mesmos em São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso.
Os mineiros, espertamente capitalizaram por sobre no que fizeram muito bem!
Mineiros e paulistas deveriam tratar-se como irmãos e não é o que sinto quando vou para lá. Aliás, a história nos mostra que não há fraternidade, não é?
A despeito, eu gosto de BH.
Estranho a arquitetura pesada das fachadas de pedras dos prédios; estranho a ausência de jardins e gramados nas casas e nos edifícios; fico a imaginar como se anda sobre os saltos altíssimos das mulheres que os combinam com saias muito curtas; não aprecio o desleixo na vestimenta dos homens, mas gosto de estar lá. Adoro ouvir o grilo à noite e ser acordada pelo galo de plantão, pois, embora cidade com muito mais de 2 milhões de habitantes, ainda tem uma coisa deliciosa de cidade do interior.
Por enquanto eu conheço alguns shoppings, o mercado central, a feirinha da Afonso Pena, poucos restaurantes, Pampulha, Praça da Independência, aeroporto e rodoviária ( kakakakaka) muitos quilômetros de asfalto e nenhum mineiro que pudesse me mostrar a cidade como ela é. Nessas minhas idas estou revendo as cidades histórias. Desta feita estive em Sabará.
Já combinamos que, da próxima vez, vou daqui para Tiradentes e meu marido encontrar-se-á comigo, lá.
Bjkª. Elza
Fiquei 5 horas na sala de embarque esperando avião.
O aeroporto de São Paulo fechou por causa da chuva. O vôo da Varig foi cancelado e acabei viajando TAM.
Saímos dos Buritis lá pelas 14 horas e cheguei em casa às 21:40h !!!!!!!!!!
Belo Horizonte, como sempre, bonita e simpática. Gosto dessa cidade, apesar do imenso preconceito com paulista que existe por lá.
Impressionante como somos discriminados nos lugares, como somos passados para tras e preteridos no atendimento. Acho que nosso dinheiro não é bom para mineiro. Mineiro esquece que parte do território já pertenceu a São Paulo e que a colonização da área mais rica do Estado é paulista.
Conta-se em verso e prosa a mineirice, ou seja, a esperteza e as respostas curiosas sempre na ponta da lingua. Isso é muito comum no interior de São Paulo e damos o nome de caipirice.
Esse costume do fogão à lenha, cozinhar com banha de porco, tutu de feijão e quetais não é exclusividade mineira. É paulista, também, que levou os hábitos para os lugares de colonização. Quantas entradas e bandeiras partiram de São Paulo e chegaram mais fundo nesse País do que Belo Horizonte? Os hábitos desses homens foram disseminados pelo interior e são os mesmos em São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso.
Os mineiros, espertamente capitalizaram por sobre no que fizeram muito bem!
Mineiros e paulistas deveriam tratar-se como irmãos e não é o que sinto quando vou para lá. Aliás, a história nos mostra que não há fraternidade, não é?
A despeito, eu gosto de BH.
Estranho a arquitetura pesada das fachadas de pedras dos prédios; estranho a ausência de jardins e gramados nas casas e nos edifícios; fico a imaginar como se anda sobre os saltos altíssimos das mulheres que os combinam com saias muito curtas; não aprecio o desleixo na vestimenta dos homens, mas gosto de estar lá. Adoro ouvir o grilo à noite e ser acordada pelo galo de plantão, pois, embora cidade com muito mais de 2 milhões de habitantes, ainda tem uma coisa deliciosa de cidade do interior.
Por enquanto eu conheço alguns shoppings, o mercado central, a feirinha da Afonso Pena, poucos restaurantes, Pampulha, Praça da Independência, aeroporto e rodoviária ( kakakakaka) muitos quilômetros de asfalto e nenhum mineiro que pudesse me mostrar a cidade como ela é. Nessas minhas idas estou revendo as cidades histórias. Desta feita estive em Sabará.
Já combinamos que, da próxima vez, vou daqui para Tiradentes e meu marido encontrar-se-á comigo, lá.
Bjkª. Elza
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
Uma paulista em BH de novo
Estou de partida para Belo Horizonte. Voarei Varig, com receio, mas o preço estava camarada e essa companhia não atrasa.
Dica: comprei as passagens pelo SUBMARINO.
Volto no domingo e conto as novidades.
Desta vez vou procurar o pão de queijo que uma amiga me indicou, lá perto da Savassi. O dos Buritis é um horror. Tem cheiro e gosto de óleo. Iékete!!!!!!!!!!!! A padaria é maravilhosa e tem uma variedade de pães de dar água na boca.
Comportem-se, crianças. Eu volto, viu?!?
Bjkª da Elza
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Depois de uma semana
inteirinha comigo, ele despencou para BH, sozinho, num carro alugado.
Um péssimo motorista aquaplanou no anel viário, na segunda feira da semana passada; chocou-se com o bunitinho estacionado, ou seja o Uno dele trabalhar. Jogou o bunitinho contra um muro. O muro caiu e despencou sobre outro carro estacionado. Ninguém se machucou, mas o prejuízo causado pelo dono deste Passat velho é enorme. A seguradora cobrirá os custos, mas quem perde bônus é o maridão. Além disso, venderá o bunitinho, é claro. Perdeu a confiança no carro. A trazeira virou paçoca e a frente foi amassada...
Dia que ele viaja eu fico prá baixo e sem graça. Ele me telefona a cada 200 km e só diz que quer voltar e que detesta aquela "roça iluminada".
Minha amiga Marly me disse, certa vez, para fazer desse limão uma limonada. Tem vezes que consigo, mas hoje tá difícil.
Hoje tá complicado por que acho que não poderei ir na 6ª feira para ficar com ele e fim de semana sozinha ... uma barra. E ele, pior ainda, sozinho, naquele tal de Burutis em BH e sem carro ...
Veremos. Aluguel é caro e pesará no nosso orçamento. Caso ele consiga um veículo emprestado na companhia, poderei ir. Vou de ônibus e volto de avião, de novo. Tenho um cliente que lida com passagens aéreas. Quem sabe ele arruma uma promoção para mim???
Bjkª. Elza
Um péssimo motorista aquaplanou no anel viário, na segunda feira da semana passada; chocou-se com o bunitinho estacionado, ou seja o Uno dele trabalhar. Jogou o bunitinho contra um muro. O muro caiu e despencou sobre outro carro estacionado. Ninguém se machucou, mas o prejuízo causado pelo dono deste Passat velho é enorme. A seguradora cobrirá os custos, mas quem perde bônus é o maridão. Além disso, venderá o bunitinho, é claro. Perdeu a confiança no carro. A trazeira virou paçoca e a frente foi amassada...
Dia que ele viaja eu fico prá baixo e sem graça. Ele me telefona a cada 200 km e só diz que quer voltar e que detesta aquela "roça iluminada".
Minha amiga Marly me disse, certa vez, para fazer desse limão uma limonada. Tem vezes que consigo, mas hoje tá difícil.
Hoje tá complicado por que acho que não poderei ir na 6ª feira para ficar com ele e fim de semana sozinha ... uma barra. E ele, pior ainda, sozinho, naquele tal de Burutis em BH e sem carro ...
Veremos. Aluguel é caro e pesará no nosso orçamento. Caso ele consiga um veículo emprestado na companhia, poderei ir. Vou de ônibus e volto de avião, de novo. Tenho um cliente que lida com passagens aéreas. Quem sabe ele arruma uma promoção para mim???
Bjkª. Elza
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007
Minha amiga chegou
e entreguei-lhe a Mãe e as cachorras, tratadas, contentes e acomodadas.
Ela esteve fazendo trilha, visitando cavernas e descendo rio em bóia. Disse-me, por telefone, que está cansadíssima e toda cheia de marcas roxas, mas feliz da vida.
Aprendeu a dizer não para si mesma. Aprendeu a respeitar os limites de seu corpo e de sua mente...
Bjkª. Elza
Ela esteve fazendo trilha, visitando cavernas e descendo rio em bóia. Disse-me, por telefone, que está cansadíssima e toda cheia de marcas roxas, mas feliz da vida.
Aprendeu a dizer não para si mesma. Aprendeu a respeitar os limites de seu corpo e de sua mente...
Bjkª. Elza
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Estou me sainda uma grande babá

Brigite no seu vestido vermelho
Baltazar subindo na Sofia
Hoje cedo eu peguei os três delinquentes: Baltazar, Sofia e Brigite e os levei para uma volta no quarteirão. Eles fizeram as necessidades todas e os coloquei no carro para irmos ao cercado do Ibirapuera.
A Sofia vomita no carro em movimento e às vezes, urina ... Logo, um passeio para desobstrução das vias é muito ponderado, não é? Vazia, ela não vomita.
O Baltazar urina assim que sai do elevador e eu não deixo que molhe as colunas da garagem. Questão de higiene, é claro.
A Brigite é uma santinha. Comportada e não dá trabalho. Late em tudo o que vê e em qualquer movimento extermo que perceba.
Assim, uma volta na quadra é a solução.
Fomos ao cercado e eu resolvi aproveitar o momento para minha caminhada e corrida. Dá para imaginar a cena de uma doida correndo pelo carcado com uns 15 cães atrás ??? Pois é, foi hilário!
Eles cansaram e eu continuei um pouco, mas estava quente demais. Sentei-me numa sombra e os pequenos ficaram brincando e se divertindo. Ninguém brigou. Voltamos cansados.
- Imagine, a Sandra deverá telefonar para o médico às 14 horas do horário de Brasilia do dia 26. Quantas horas de diferença de lá para cá? Perguntou a mais velha.
- São cinco horas, respondeu a mais jovem.
- Então, ela deverá ligar às 9 horas de lá. Só que tem a mudança de horário no dia 25 e vamos atrasar o relógio em uma hora. Disse a mais velha.
- A Senhora está enganada, disse meu marido. Nós deveremos adiantar o relógio em duas horas.
Foi o que bastou para uma animada discussão instalar-se no carro e meu marido rir-se como um tarado! Essa foi a tônica do almoço de hoje. Eu ouvi e me calei.
A Sofia vomita no carro em movimento e às vezes, urina ... Logo, um passeio para desobstrução das vias é muito ponderado, não é? Vazia, ela não vomita.
O Baltazar urina assim que sai do elevador e eu não deixo que molhe as colunas da garagem. Questão de higiene, é claro.
A Brigite é uma santinha. Comportada e não dá trabalho. Late em tudo o que vê e em qualquer movimento extermo que perceba.
Assim, uma volta na quadra é a solução.
Fomos ao cercado e eu resolvi aproveitar o momento para minha caminhada e corrida. Dá para imaginar a cena de uma doida correndo pelo carcado com uns 15 cães atrás ??? Pois é, foi hilário!
Eles cansaram e eu continuei um pouco, mas estava quente demais. Sentei-me numa sombra e os pequenos ficaram brincando e se divertindo. Ninguém brigou. Voltamos cansados.
- Imagine, a Sandra deverá telefonar para o médico às 14 horas do horário de Brasilia do dia 26. Quantas horas de diferença de lá para cá? Perguntou a mais velha.
- São cinco horas, respondeu a mais jovem.
- Então, ela deverá ligar às 9 horas de lá. Só que tem a mudança de horário no dia 25 e vamos atrasar o relógio em uma hora. Disse a mais velha.
- A Senhora está enganada, disse meu marido. Nós deveremos adiantar o relógio em duas horas.
Foi o que bastou para uma animada discussão instalar-se no carro e meu marido rir-se como um tarado! Essa foi a tônica do almoço de hoje. Eu ouvi e me calei.
Bjkª. Elza
sábado, 17 de fevereiro de 2007
Babá de idosa

Minha amiga viajou com o filho neste Carnaval e deixou a Mãe e duas cachorras sob meus cuidados. Tenho saído com a beagle Sofia e Baltazar para caminhar. São muito lindos e algumas pessoas me perguntam se são irmãos, de tão parecidos. A Brigite fica em casa porque é muito pequena, não precisa caminhar tanto. Na verdade, eu não me sinto competente para levar 3 cães ao mesmo tempo para a rua.
Hoje pela manhã saí com os dois para as necessidades básicas.
Hoje pela manhã saí com os dois para as necessidades básicas.
À tarde levei a D. Sylvia ao mercado.
Ela tem artrite, artrose, lordose e todos os demais problemas ortopédicos que se possa imaginar. Usa um andador igual ao da foto ilustrativa, dentro de casa, por que não consegue se movimentar. Todavia, faz as compras de mercado para manter-se viva e interessada na vida. Apóia-se no carrinho e joga as compras dentro dele, de qualquer jeito.
Ela comanda a casa e o que precisa ser comprado, apesar dos quase 83 anos de idade. Ela controla os produtos de limpeza. Implica com a empregada que vem perguntar o que servir de sobremesa, todos os dias, sendo que poderia escolher as frutas mais maduras. Reclamada que a empregada vem perguntar o que servir de salada quando só tem um tipo de folha na geladeira. Estão juntas há 12 anos kakakakakakak eu também perguntaria para evitar a crítica ou o questionamento kakakakak a empregada conhece a patroa que tem kakakakakakakak
Durante a semana constrói sua listinha de coisas para comprar. Enche o carrinho de produtos altamente “engordativos” e de baixo teor alimentício, refrigerantes e por aí afora. Reclamada do valor a ser pago.
Eu fico na minha. Meu papel não é o de crítica. Ajudo a colocar as compras na esteira e a descarregar na casa dela. Guardo o que sei o lugar e os demais, deixo lá para ela se movimentar.
Ela quer saber quando termina o horário de verão para informar uma sobrinha que reside nos Estados Unidos. Já descobri: as zero hora de 25/02/07.
Amanhã vamos almoçar com ela e a irmã, num clube perto da represa.
Ela tem artrite, artrose, lordose e todos os demais problemas ortopédicos que se possa imaginar. Usa um andador igual ao da foto ilustrativa, dentro de casa, por que não consegue se movimentar. Todavia, faz as compras de mercado para manter-se viva e interessada na vida. Apóia-se no carrinho e joga as compras dentro dele, de qualquer jeito.
Ela comanda a casa e o que precisa ser comprado, apesar dos quase 83 anos de idade. Ela controla os produtos de limpeza. Implica com a empregada que vem perguntar o que servir de sobremesa, todos os dias, sendo que poderia escolher as frutas mais maduras. Reclamada que a empregada vem perguntar o que servir de salada quando só tem um tipo de folha na geladeira. Estão juntas há 12 anos kakakakakakak eu também perguntaria para evitar a crítica ou o questionamento kakakakak a empregada conhece a patroa que tem kakakakakakakak
Durante a semana constrói sua listinha de coisas para comprar. Enche o carrinho de produtos altamente “engordativos” e de baixo teor alimentício, refrigerantes e por aí afora. Reclamada do valor a ser pago.
Eu fico na minha. Meu papel não é o de crítica. Ajudo a colocar as compras na esteira e a descarregar na casa dela. Guardo o que sei o lugar e os demais, deixo lá para ela se movimentar.
Ela quer saber quando termina o horário de verão para informar uma sobrinha que reside nos Estados Unidos. Já descobri: as zero hora de 25/02/07.
Amanhã vamos almoçar com ela e a irmã, num clube perto da represa.
D. Sylvia me encanta. Mulher interessante por que perdeu o noivo no início da Segunda Guerra, foi para os Estados Unidos para trabalhar, casou-se lá, em 1949, com um brasileiro mais novo do que ela, o que era quase que inadmissível para a época. Voltou ao Brasil grávida do primeiro filho e, de Nova Iorque foi, direto para Londrina, no Paraná, onde não existia nem paralelepípedo nas ruas. Teve 4 filhos e ficou viúva muito cedo. Criou os 3 filhos mais novos sozinha, com seu próprio esforço e trabalho. Formou os 4.
Deixou-se adotar por mim.
Arrumei uma familia para mim já que a minha esfacelou-se.
Arrumei uma familia para mim já que a minha esfacelou-se.
Bjkª. Elza
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