quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
AVATAR
Assisti em 3D.
História de sempre: o bem lutando contra o mal.
O bem: povo espiritualizado que vive em harmonia com a natureza. Está sendo invadido pelo povo do mal.
O Mal: terrestres que querem extrair minério do subsolo do planeta onde o povo do bem vive.
Além dessa luta eterna, tem romance no meio.
Plasticamente belissimo, apesar da mistura de elefante com peixe martelo e bichos esquisitos com 6 patas; dinossauros voadores e homens dentro de carapaças imensas; helicóptero com hélices verticais girando para lados opostos ...
Tem armas de fogo; naves espaciais e soldados treinadíssimos contra arcos e flechas.
Claro que o bem vence e o romance se concretiza.
Vale a pena assistir pela beleza dos desenhos e pela criatividade nos momentos de singeleza e amor. Computação gráfica profissional muito bem executada.
A história não pode ser levada a sério.
Bjkª. Elza
História de sempre: o bem lutando contra o mal.
O bem: povo espiritualizado que vive em harmonia com a natureza. Está sendo invadido pelo povo do mal.
O Mal: terrestres que querem extrair minério do subsolo do planeta onde o povo do bem vive.
Além dessa luta eterna, tem romance no meio.
Plasticamente belissimo, apesar da mistura de elefante com peixe martelo e bichos esquisitos com 6 patas; dinossauros voadores e homens dentro de carapaças imensas; helicóptero com hélices verticais girando para lados opostos ...
Tem armas de fogo; naves espaciais e soldados treinadíssimos contra arcos e flechas.
Claro que o bem vence e o romance se concretiza.
Vale a pena assistir pela beleza dos desenhos e pela criatividade nos momentos de singeleza e amor. Computação gráfica profissional muito bem executada.
A história não pode ser levada a sério.
Bjkª. Elza
domingo, 10 de janeiro de 2010
Coisas de meu marido II
Numa dessas raras ocasiões em que meu marido saiu com o Baltazar à noite, viu-se impedido de andar pela calçada com o cachorro e recusou-se a correr risco e andar pelo leito carroçável da rua. Ligou para mim:
- Beeeeeemmmmmmmmmmmm, qual é o telefone da CET?
- O que houve? É 1188...
- Depois eu explico e desligou.
Minutos depois:
- Beeeeeemmmmmmmmmmmm, ligue vc para lá. O telefone da CET não aceita ligação interurbana e o meu celular é de Belo Horizonte.
40 minutos depois ele chega em casa com a cara mais feliz do mundo:
- Beeeeeeemmmmmmmmmmmmm, você não pode imaginar o que aconteceu. Aqueles salafrários que tomam o dinheiro dos motoristas correndo para e para cá ... Foi uma beleza, um espetáculo de circo. Eles tentando tirar os carros e o caminhão da CET bloqueando ... Os marronzinhos só anotando as placas dos carros irregulares ... Olhe pela janela.
Olhei e estava estacionada a caminhonete da CET com dois marronzinhos lavrando multas e mais multas, bem na porta do nosso prédio, pois, eu os acionei, a pedido do marido, e em menos de dez minutos chegaram no local indicado. Flagraram 11 veículos irregularmente estacionados. Havia 2 deles sobre faixa de pedestres com pisca alert ligado; diversos sobre a calçada; alguns na área demarcada como proibida e por aí afora. Fizeram a festa.
- O pior é que não adianta deixar a notificação no para-brisa do carro porque esses pilantras jogam fora. O dono do veículo só saberá da multa quando a autuação chegar pelo correio, disse o marronzinho.
- Pois é, e ainda pagam R$ 15,00 para que esses indivíduos estacionem o carro!!! Pagam a conta do restaurante e acham que são espertos, respondeu meu marido.
Bjkª. Elza
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Estelionato - CAPEMI
Minha amiga recebeu notificação, via correio, a seguir resumida:
Dizia que por ordem do juiz de direito da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Forum da Comarca de São Paulo - Forum João Mendes Junior, minha amiga teria R$ 45.390,60 para receber, nos autos da ação indenizatória nº 105033389-94. O depósito teria ocorrido em 23 de março de 2004, a guia de recolhimento o nº 40027717.
Quem estaria pagando? CAPEMI CAIXA DE PECULIOS, PENSÕES E MONTEPIOS.
Diz a notificação que o crédito está disponível e que deveria ser agendada pelo telefone (11) 6118-9030, ramal 135, de 2ª a 6ª feira das 9 às 16 horas, AUDIÊNCIA para resgate.
Os maiores de 60 anos ou residentes fora da comarca podem optar por crédito bancário.
Nomes que aparecem na notificação:
escrevente: Marcos Antonio Crospe
Diretor de Serviços: Guilherme Delfine Anttoni
Por partes:
1. A Justiça Estadual de São Paulo não utiliza aerograma para notificar alguém de alguma coisa. Usa publicação no Diário Oficial aos advogados e oficial de justiça para as partes. Caso haja notificação via postal, é por carta ou oficio e nunca por aerograma.
2. Quem enviaria qualquer comunicação à parte seria o OFICIO DA FALÊNCIA E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS e não a Vara.
3. O Oficio da Falência fica no 16º andar do prédio do Forum, na Praça João Mendes Junior, s/nº e não existe motivo para que conste na tal notificação indicação do 1º Oficio Civel = 6º andar - sala 603. São Varas e Oficios diferentes e competências diferentes.
4. Não existe Diretor de Serviço que assine em nome e por ordem do Juiz.
5. Não existe audiência para resgate de importâncias depositadas em processos, assim como, as pessoas não podem optar por créditos bancários.
Diante dessa análise superficial do texto já se pode declarar que há safadeza por traz dessa "notificação", mas sou perfeccionista e quis saber detalhes.
Entrei no site do Tribunal e tentei encontrar o tal processo. Ele não existe! Procurei pelo nome da CAPEMI e descobri alguns feitos, mas nenhum na Vara da Falência.
Liguei para o número indicado, pedi o tal ramal e chamei pelo Sr. Guilherme dizendo que eu recebera a tal "notificação". Ele, muito grosso e sem educação, pediu-me o nome completo e me perguntou se eu tinha sido professora ou funcionária pública. Neguei e ele me disse, na lata:
- Então pode desprezar essa carta!
Tentei alguma explicação e ele bateu o telefone!
A organização criminosa pede que sejam depositadas as custas em nome de determinada pessoa que detem o cargo de "oficial do Banco" para, então, o dinheiro referido na "notificação" ser liberado. Claro que não oferecem endereço e nem qualquer tipo de garantia para o incauto, que, sem pestanejar, deposita o importe e nunca mais ouve falar no grupo!
Povo querido, cuidado com esse golpe. Não telefone e não acredite no que está escrito na tal "notificação". Vá ao Forum e procure saber se é verdade!!! Não jogue seu dinheiro fora!
Bjkª. Elza
Dizia que por ordem do juiz de direito da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Forum da Comarca de São Paulo - Forum João Mendes Junior, minha amiga teria R$ 45.390,60 para receber, nos autos da ação indenizatória nº 105033389-94. O depósito teria ocorrido em 23 de março de 2004, a guia de recolhimento o nº 40027717.
Quem estaria pagando? CAPEMI CAIXA DE PECULIOS, PENSÕES E MONTEPIOS.
Diz a notificação que o crédito está disponível e que deveria ser agendada pelo telefone (11) 6118-9030, ramal 135, de 2ª a 6ª feira das 9 às 16 horas, AUDIÊNCIA para resgate.
Os maiores de 60 anos ou residentes fora da comarca podem optar por crédito bancário.
Nomes que aparecem na notificação:
escrevente: Marcos Antonio Crospe
Diretor de Serviços: Guilherme Delfine Anttoni
Por partes:
1. A Justiça Estadual de São Paulo não utiliza aerograma para notificar alguém de alguma coisa. Usa publicação no Diário Oficial aos advogados e oficial de justiça para as partes. Caso haja notificação via postal, é por carta ou oficio e nunca por aerograma.
2. Quem enviaria qualquer comunicação à parte seria o OFICIO DA FALÊNCIA E RECUPERAÇÕES JUDICIAIS e não a Vara.
3. O Oficio da Falência fica no 16º andar do prédio do Forum, na Praça João Mendes Junior, s/nº e não existe motivo para que conste na tal notificação indicação do 1º Oficio Civel = 6º andar - sala 603. São Varas e Oficios diferentes e competências diferentes.
4. Não existe Diretor de Serviço que assine em nome e por ordem do Juiz.
5. Não existe audiência para resgate de importâncias depositadas em processos, assim como, as pessoas não podem optar por créditos bancários.
Diante dessa análise superficial do texto já se pode declarar que há safadeza por traz dessa "notificação", mas sou perfeccionista e quis saber detalhes.
Entrei no site do Tribunal e tentei encontrar o tal processo. Ele não existe! Procurei pelo nome da CAPEMI e descobri alguns feitos, mas nenhum na Vara da Falência.
Liguei para o número indicado, pedi o tal ramal e chamei pelo Sr. Guilherme dizendo que eu recebera a tal "notificação". Ele, muito grosso e sem educação, pediu-me o nome completo e me perguntou se eu tinha sido professora ou funcionária pública. Neguei e ele me disse, na lata:
- Então pode desprezar essa carta!
Tentei alguma explicação e ele bateu o telefone!
Inconformada, liguei para o 1º Oficio da Falência lá no Forum João Mendes e conversei com o escriturário que me disse que esse golpe está disseminado pelo Brasil e que existe inquerito policial instaurado no 1º Distrito Policial desta Capital para apurar responsabilidades.
O golpe: SUPONHO que seja igual, ou assemelhado, àquele que relatei no meu outro blog em 7 de julho de 2008:A organização criminosa pede que sejam depositadas as custas em nome de determinada pessoa que detem o cargo de "oficial do Banco" para, então, o dinheiro referido na "notificação" ser liberado. Claro que não oferecem endereço e nem qualquer tipo de garantia para o incauto, que, sem pestanejar, deposita o importe e nunca mais ouve falar no grupo!
Povo querido, cuidado com esse golpe. Não telefone e não acredite no que está escrito na tal "notificação". Vá ao Forum e procure saber se é verdade!!! Não jogue seu dinheiro fora!
Bjkª. Elza
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Coisas de meu marido
- Beeeeeeeem, minha carteira está com você, não está?
Minutos depois:
- Beeeeeeeem, ela não está na porta do carro, não!
Pânico geral! Ficou no outlet, mas, onde? Será que ficou na capota do carro e caiu por aí? O cartão de crédito tem chip, mas mesmo assim ... Os documentos pessoais e do carro estão nela... Tem dinheiro lá ...
Mesmo sabedores que o comércio estaria fechado naquele horário fomos até o outlet e falamos com o porteiro. Solícito, deixou que fossemos até o local em que deixáramos o carro para ver se estaria no chão. Nada!
- Moço, este é o meu cartão de visitas. Por favor, se achar a carteira, ligue para mim. Onde fica a Delegacia de Policia mais próxima? Olhe, ligue no celular a cobrar, pois somos de São Paulo. O celular dele ficou no hotel.
A indicação precisa daquele porteiro nos levou a Canasvieiras para lavratura do Boletim de Ocorrência de perda de documentos.
- O que tinha na carteira? Tudo: documento do carro; carteira de motorista; uns R$ 400,00 em dinheiro; cartão de crédito; cartão fidelidade TAM, VARIG e Ocean Air; Carteira do plano de saude, repetia o escrivão enquanto lavrava o BO.
- ... imagine ter que ir para São Paulo sem qualquer documento dele ou do carro! O BO não prova que o carro é dele e nem que a carteira de motorista esteja em ordem... O cartão tem chip, mas pode ser clonado, resmungava eu, enquanto enxugava as lágrimas que teimavam em escapar dos meus olhos.
Dali fomos para a médica, pois, o marido estava com tosse e catarro.
- Sua pressão está 16 por 9, mas, considerando o que aconteceu, não vou mandá-lo para o hospital. Cuide-se e tome mais um diurético!
Receitado antibiótico, fomos até o hotel. O cartão de crédito bloqueado, por telefone, deixou meu marido mais sossegado. Voltamos a Canasvieiras para comprar os medicamentos e almoçar. Meu telefone tocou:
- Dona Elza, é da administração do outlet. Tem um cartão de visitas seu aqui numa carteira que me chegou às mãos, mas os documentos dessa carteira estão no nome de um homem ...
Comecei a chorar ali mesmo, no meio da rua, enquanto saíamos da farmácia! Disse que a carteira pertencia ao meu marido e dei o nome dele.
- Pode vir buscar aqui. Deixarei na portaria com o Marcelo... o porteiro com quem a Senhora conversou hoje cedo.
Corremos para pegar o precioso objeto e pelo caminho conversamos:
- Já sei. Deixei sobre a mesa da sorveteria.
- Lá não foi. Quando vc se levantou não ficou nada sobre a mesa porque observei. Vc deixou no caixa onde pagou o estacionamento, disse eu.
- Você pagou o estacionamento enquanto eu comprei a água de côco. Dei duas notas de R$ 2,00 para a moça e ela me devolveu em moeda que lhe entreguei.
- Fiquei brincando com a moeda e perguntei para a moça do côco se tinha sorvete por lá. Ela indicou o Bob's e eu não aprovei. Você viu a placa do sorvete artesanal e fui até lá. Usei essa moeda e o troco do estacionamento para pagar o sorvete. Então a carteira ficou no côco! Marido, eu quero encontrar o documento do carro. O resto nós providenciamos depois! Dinheiro se ganha outro!
- O cartão de crédito tem chip... será que estará na carteira. Já o bloqueei. Tomara que o banco o desbloqueie, senão, só depois do dia 5 de janeiro eu terei cartão, de novo!
- Não deu tempo para usar seu cartão. A minha compra foi às 22h23min como está aqui no boleto. O outlet fechou às 23h. Quem achou a carteira não teve tempo de pegar seu cartão e o vender para clonagem. Nós chegamos na portaria hoje nem eram 9 horas...
No outlet, antes de pararmos o carro vimos a carteira na mão do Marcelo.
- Dei uma volta pelo gramado e achei a carteira, mas, sinto muito, o dinheiro sumiu. Entregou-me a carteira limpinha, sem qualquer sinal de ter estado na grama e com os pertendes revirados.
Meu marido abriu o compartimento discreto onde costuma colocar dinheiro e encontrou todas as notas, direitinho como ele deixara. Conferiu os documentos e os cartões. Todos lá!!! Sorriu para o Marcelo e deixou um agrado para ele, mesmo sabedor da safadeza dele.
Já eram quase 15 horas quando paramos para almoçar e após, passamos num mercado e compramos vários panetones. Levamos todos eles para a Delecacia de Policia.
Os policiais ficaram pasmos com a nossa sorte e bati foto para registrar o momento histórico. Aceitaram os panetones e se divertiram com o bom humor do meu marido.
A sanha que se iniciara antes das 9h acabou após as 15 horas, na véspera do Natal. A história correu pelo hotel e muitos nos cumprimentaram pela sorte.
A partir desse dia a carteira dele anda na minha bolsa!
História verdadeira ocorrida em Florianópolis no 24 de dezembro de 2009.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Base de sustentação
Alguém parou para reparar nas posturas que os pés das pessoas adquirem numa fila?
E com seus donos sentados no banco duro de algum órgão público?
Fazendo prova, sentado em cadeira de braço, incômoda ?
Como coloca os pés o violonista que está sem o banquinho típico?
Observo os pés dos outros por que tenho problemas com os meus. Doem, são muito finos e longos, tenho as articulações machucadas e os ligamentos alongados. Qualquer sapato é um transtorno para mim.
Observo como as pessoas colocam os seus pés, imaginando que não tenham problemas e que estão confortáveis dentro dos sapatos. Admiro as posições mais inusitadas que as pessoas conseguem criar.
Numa sapataria vi aquela mulher grávida, bem barriguda a experimentar sapatos que compraria para outra pessoa. Fiquei fascinada! Só não conversei com ela porque meu marido me impediu. Ainda me pergunto como é possível comprar sapatos para outro usar. Compro os meus e não consigo usar uma temporada inteira!!!
Observo os tênis e me encanto ao verificar que eles se ajustam nos pés que os portam. Os meus, para caberem no cumprimento ficam largos e, invariavelmnete, tem defeito no peito do pé, bem ali, na amarração.
E as sandálias de dedo, hoje chamadas rasteirinhas? Nossa, só de olhar para elas as bolhas aparecem na minha pele! Comprei 4 pares: um chinelinho de quarto, leve e macio que consigo usar; uma de borracha, Havaianas, dourada que me dá arrepios e uso por 200 metros, no máximo. Gastei meu rico dinheirinho numa linda, dourada, com strass e que enche a sola do meu pé de bolhas dolorosas. Finalmente, comprei uma bordada e que me permite algum uso, desde que não invente de passear no shopping!
Sou do tipo de arranco os sapatos na primeira oportunidade. Na faculdade eu os tirava e colocava os pés sobre uma folha de caderno por causa da sujeira do chão. Mais de uma vez tive esperar a aula acabar, subir numa carteira e me esticar todinha para retirar meu par de pisantes da parede, onde meus bem humorados colegas o haviam pendurado.
Perto do meu casamento eu fiquei preocupada, pois, embora fosse uma reunião pequena e no apartamento dos meus pais, eu não poderia tirar os sapatos. Pensei com meus botões e escolhi um sapato já bem pisado e que era tolerável para usar e, mesmo assim, quando os tirei tinha bolhas e caibras...
Por que estou falando sobre pés? Por falta de assunto, ora!
Bjkª. Elza
E com seus donos sentados no banco duro de algum órgão público?
Fazendo prova, sentado em cadeira de braço, incômoda ?
Como coloca os pés o violonista que está sem o banquinho típico?
Observo os pés dos outros por que tenho problemas com os meus. Doem, são muito finos e longos, tenho as articulações machucadas e os ligamentos alongados. Qualquer sapato é um transtorno para mim.
Observo como as pessoas colocam os seus pés, imaginando que não tenham problemas e que estão confortáveis dentro dos sapatos. Admiro as posições mais inusitadas que as pessoas conseguem criar.
Numa sapataria vi aquela mulher grávida, bem barriguda a experimentar sapatos que compraria para outra pessoa. Fiquei fascinada! Só não conversei com ela porque meu marido me impediu. Ainda me pergunto como é possível comprar sapatos para outro usar. Compro os meus e não consigo usar uma temporada inteira!!!
Observo os tênis e me encanto ao verificar que eles se ajustam nos pés que os portam. Os meus, para caberem no cumprimento ficam largos e, invariavelmnete, tem defeito no peito do pé, bem ali, na amarração.
E as sandálias de dedo, hoje chamadas rasteirinhas? Nossa, só de olhar para elas as bolhas aparecem na minha pele! Comprei 4 pares: um chinelinho de quarto, leve e macio que consigo usar; uma de borracha, Havaianas, dourada que me dá arrepios e uso por 200 metros, no máximo. Gastei meu rico dinheirinho numa linda, dourada, com strass e que enche a sola do meu pé de bolhas dolorosas. Finalmente, comprei uma bordada e que me permite algum uso, desde que não invente de passear no shopping!
Sou do tipo de arranco os sapatos na primeira oportunidade. Na faculdade eu os tirava e colocava os pés sobre uma folha de caderno por causa da sujeira do chão. Mais de uma vez tive esperar a aula acabar, subir numa carteira e me esticar todinha para retirar meu par de pisantes da parede, onde meus bem humorados colegas o haviam pendurado.
Perto do meu casamento eu fiquei preocupada, pois, embora fosse uma reunião pequena e no apartamento dos meus pais, eu não poderia tirar os sapatos. Pensei com meus botões e escolhi um sapato já bem pisado e que era tolerável para usar e, mesmo assim, quando os tirei tinha bolhas e caibras...
Por que estou falando sobre pés? Por falta de assunto, ora!
Bjkª. Elza
sábado, 12 de dezembro de 2009
Amadurecimento
Conversa do meu marido com seu neto de 07 anos:
- Lorenzo, o que vc deseja nesse Natal? Escolha um presente para o vovô lhe dar.
- Vô, eu quero uma escrivanhinha para ter lugar para eu fazer minhas lições de escola.
Pelo que me conste ele está na primeira série de muuuuuuuuuuuuuuuitas.
Bjkª. Elza
- Lorenzo, o que vc deseja nesse Natal? Escolha um presente para o vovô lhe dar.
- Vô, eu quero uma escrivanhinha para ter lugar para eu fazer minhas lições de escola.
Pelo que me conste ele está na primeira série de muuuuuuuuuuuuuuuitas.
Bjkª. Elza
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