domingo, 15 de novembro de 2009

PostHeaderIcon MÉDICOS SEM FRONTEIRA

Recebi correspondencia dessa organização, ontem.
Pedido de doação, claro.
Depois de minha vivência naquela entidade beneficente ... aquela que estragou minha vida familiar e profissional ... aquela que me revelou o verdadeiro carater de algumas "amigas" ... prometi que não doo nada para ninguém
Acontece que li a correspondência remetida e fiquei consternada por perceber que nessa organização não tem ninguém capaz de rever o texto que vai para a gráfica e menos ainda, de corrigir esse texto.
Existem erros de concordância.
Pontuação errada.
Pronomes desnecessários ...
Entrei no site e ofereci ajuda para rever o texto, mas não doo dinheiro.
Aguardo resposta.
Caso alguém queira doar, basta entrar no link acima.
Bjkª. Elza

EM TEMPO: HOJE É 22 DE NOVEMBRO DE 2009 E NÃO RECEBI RESPOSTA DESSA ENTIDADE.
terça-feira, 10 de novembro de 2009

PostHeaderIcon Meme da Ana de Lavras





LI no Roccana com as seguintes regras:


1. Publique o selo.
2. Complete as frases logo abaixo...

3. Avise a Elaine (para concorrer ao sorteio de um livro chamado "O Outro"). O sorteio já foi e não avisei da minha participação.

4. Repassea para 5 blogs!


Minhas revelações são as seguintes:


EU JÁ... realizei mais de um sonho

EU NUNCA... digo nunca

EU SEI QUE... vou morrer

EU QUERO... tanta coisa que não não consegui indicar uma só

EU SONHO... mudar de profissão e me realizar na arte.


Repasso para quem quiser participar e peço que me avisem, para eu colocar o link aqui!Obrigada, Elza!
sábado, 7 de novembro de 2009

PostHeaderIcon Uma situação verdadeira


Sempre que podia ela visitva os dois idosos. Passava pela casa deles e lhes fazia companhia, conversava os assuntos deles, respondia-lhes as questões.

Eventualmente jantava com eles.

Sentia-se bem naquele casarão, muito embora, por estar sempre fechado, acabou por ter um cheiro característico e nada agradável.

Conversava com ela como se fosse sua mãe. Certa vez pediu conselho e recebeu e usou daquelas palavras ditas por pessoa vivida.

Eles ligavam para ela a qualquer hora para questões de somenos importância e ela atenta, respondia, em troca do carinho e da possibilidade de estar perto, pois, desenvolvera carinho verdadeiro pelos idosos.

Essa relação durou muitos anos. Ela ajudou a resolver os problemas com o motorista que ameaçou mandar bandidos sequestrarem as netas do casal se fosse despedido; os problemas da arrumadeira que separou-se do marido de quem apanhava; da cozinheira que fugiu sem dar noticias e depois voltou grávida e assim por diante. Orientava a mulher que tomava as providências. Jamais se envolveu com os empregados pessoalmente.

Sentia que tinha conquistado amigos de verdade e dedicava muitas de suas horas de laser a eles, até o dia em que precisou ir até lá, a pedido do idoso e estava sem carro. Pediu para que o motorista da familia a apanhasse e devolvesse à casa, no que foi prontamente atendida.

- Moisés, por favor, ponha o carro mais para frente. Aqui tem um buraco e está cheio de água e não tenho como entrar no carro.

O motorista já cometera a indelizadeza de abrir a porta do carro sem descer dele, como lhe competia, resmungou para movimentar o veículo e o tirar a poça dágua.

Ela estranhou, tentou ser simpática e só recebeu descaso. Na entrada da residência daqueles amigos, o motorista cometeu outra indelicadeza, pois, abriu a porta do carro e ao mesmo tempo o portão para ela entrasse.

Por fim, ela acomodou-se com os amigos e passou a lhes dar as informações solicitadas. Explicou pela milésima vez os mesmos temas. Ouviu pela milésima vez as mesmas questões, pois, ele está muito doente, com dores fortes e medicamento controlados.

No curso da conversa, a filha do casal chegou e mal a cumprimentou. Sentou-se ao lado do Pai e retirou de uma sacola um panetone e uma caixa de bombons.

- Pai, você ainda não tomou o lanche não é? Já falei para me esperar que eu venho e trago coisinhas que eu sei que você gosta...

Em questão se seguntos, levantou-se e avisou que iria mexer nuns papéis na outra sala. A Mãe a seguiu.

Ela estranhou o comportamento e entendeu que a Mãe dera sinal para a filha sair e não tocar no assunto do lanche. Era coisa de familia e ela não era da familia.

Eis que o idoso lhe pergunta quanto estava devendo por todas aquelas explicações e detalhes ...

Dever? Ela não cobraria nada! Não se cobra quando há carinho e dedicação para amigos especiais ...

A ficha caiu naquele instante. Amigos? Nunca o foram e a maior demonstração está no comportamento do motorista que, só trataria com descaso pessoa que fosse desprezada pelos patrões. No mínimo esse motorista ouviu comentários feitos pelos patrões e sentiu-se no direito de tratá-la como aqueles não o faziam por interesse.

Ela cobrou e pediu que o cheque fosse entregue na hora. Recebeu e mudou até o tom de voz para despedir-se. Sentou-se no carro como se rainha fosse e mandou no motorista com voz firme e resoluta.

Está triste, contudo, pois acreditou que tivesse conquistado amigos e verificou que sempre foi usada e desprezada.

Elza
domingo, 1 de novembro de 2009

PostHeaderIcon Susto

Sai para lanchar e pagar com o cartão de débito.
Colocado na maquina não vi autorização para digitar senha, mas a mulher do caixa disse que era hora.
Digitei e a senha apareceu no visor da máquina.
Estrilei na hora e o cartão foi retirado. Paguei em dinheiro.
Liguei para o banco e bloqueei o cartão e a senha.
Já pensou se meu cartãozinho foi clonado, bem embaixo do meu nariz???
Na 3ª feira preciso pedir outro cartão da redeshop.

Mudando de assunto: como faço com minha vizinha de cima? Ela e as filhas tem ferraduras nas solas dos sapatos, arrastam e derrubam móveis à noite e a cachorrinha chora sem parar... Falam alto a ponto de eu ouvir a zueira, ligam música em alto o bom som ...

Bjkª. Elza
sábado, 31 de outubro de 2009

PostHeaderIcon Dia do mecânico

Noutro dia saí com o carro do marido. Feliz da vida porque eu gosto muito dos novos sapatos de borracha que ele comprou após o furto do Uno. Fui ao Forum e parei num dos bons estacionamentos ali nas redondezas. Caro, mas bom.

Foi o que pensei até aquele dia, pois, quando fui retirar o veículo estava com uma afundado no paralama dianteiro direito. Caro e não presta!

Fiz o maior barulho. Chamei o manobrista de mentiroso depois que ele afirmou que o carro já estava batido quando eu cheguei. Chamei o supervisor e continuei a encrencar quando um colega chegou e tomou a frente.

Primeiro ele me acalmou e disse que a batida era coisa de martelinho de ouro e que ficaria perfeito o conserto. Depois ele pegou o ticket do caixa e escreveu um romance no qual constava que o carro estava inteiro e na saída apresentou um amassado. Exigiu nota fiscal e no verso escreveu a mesma coisa e também o número do ticket do caixa.

Ele só faltou me trazer para casa, mas me deixou calma e tranquila com aquelas providências.

Quando entreguei o carro tive que contar a peripécia ...

Ele nem ficou bravo. Acho que teve dó de mim por causa da aflição que eu apresentava e, também, por que o meu carro está com um amassado na traseira, faz mais de um ano e quem causou foi ele ... Consciência pesada???

Hoje nós levamos o carro dele ao martelinho. Na ida, o meu carro começou a fazer um barulho muito forte e logo diagnosticado: protetor de do carter batendo. Paramos numa oficina da vida e o carro levantado. Não era.

Segundo diagnóstico: escapamento solto. Fomos à loja e o carro levantado, de novo. Também não era.

Paramos o bonitão e resolvemos voltar ao martelinho para pegar o outro, de taxi. Ficou bom o conserto, mas não excelente. Custou R$ 150,00.

Na volta para casa passamos na porta do mecânico que sempre conserta meu carro e, por incrível que pareça, num sábado, véspera de feriado, às 15h a porta estava aberta. Ele não trabalha aos sábados, mas estava esperando um guincho, por sorte nossa.

Para encurtar, meu carro está lá, parado, até 3ª feira para sanar esse problema, trocar as velas e a tampa de não sei o que...

Desde as 8 horas da manhã estou correndo atras de carro, como se eu gostasse dessa vida. Para piorar, estou a pé, de novo!!!

Vamos que vamos, né? Quem manda ter carro velho???

Bjkª. Elza
terça-feira, 27 de outubro de 2009

PostHeaderIcon Procura-se

Hotel ou pousada a beira mar para final de ano.
Já busquei em Ubatuba - São Paulo e em Florianópolis, na Praia Brava.
Orçamentos em mão, basta decidir e fechar minha pequena viagem com o marido.
Estou contente com a possibilidade de estar longe de Sampa e dos festejos de Natal.
Bj. Elza
quarta-feira, 21 de outubro de 2009

PostHeaderIcon Dia dos Irmãos


- Beto, faça o protocolo, via sisdoc, pelo site do tribunal.
- Falou grego, Mana.
- Você coloca a petição em formato pdf e depois faz o protocolo eletrônico...
- Como faço para colocar em pdf e o que é isso?
- Beto, vc tem o adobe creator?
- Tá muito dificil... venha almoçar comigo e me explique, certo?
- Certo, na 3ª feira eu passo por aí.

- Beto, surgiu uma complicação com um cliente e não posso almoçar com vc hoje. Pode ser amanhã?
- Claro, vc me traz aqueles papéis?
- Pode deixar. Já estão na minha bolsa.

- Sou irmã do Dr. Paulo ( para mim, Beto).
- Como é o nome da Senhora?
- Sou a única ...
- Ah, sei. Seu irmão já chegou.

- Faço um curso aqui ao lado e hoje saí mais cedo. Resolvi ver o Beto e ele me disse que vc viria almoçar. Fiquei.

Almoçamos os três como há muito não acontecia.

Estou em estado de graça. Ah ... tentei ensinar a usar o pdf e sisdoc e daí para frente, mas ele não estava interessado.

Bjkª. Elza