quarta-feira, 2 de julho de 2008
Aprendi nesses últimos dias
1. Quem foi que disse que devemos acertar sempre??????
Errar nas escolhas, errar caminhos, errar contas ... errar é absolutamente normal e faz parte do nosso crescimento.
Optar por um caminho e depois, verificar que não era o bom, demonstra apenas que ele foi escolhido porque era aquele que se conseguia vislumbrar, portanto, era o único. Descobrir que ele não era bom não pode gerar culpas ou punições.
2. Quem foi que disse que devemos ser fortes todo o tempo??????
Seja frágil e deixe os outros verem que existe fragilidade.
É humano e normal e todos nós temos nossos momentos. Todos nós queremos colo de vez em quando.
Bjkª. Elza
Errar nas escolhas, errar caminhos, errar contas ... errar é absolutamente normal e faz parte do nosso crescimento.
Optar por um caminho e depois, verificar que não era o bom, demonstra apenas que ele foi escolhido porque era aquele que se conseguia vislumbrar, portanto, era o único. Descobrir que ele não era bom não pode gerar culpas ou punições.
2. Quem foi que disse que devemos ser fortes todo o tempo??????
Seja frágil e deixe os outros verem que existe fragilidade.
É humano e normal e todos nós temos nossos momentos. Todos nós queremos colo de vez em quando.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Preste atenção
Recebi e não resisti. Publiquei.
Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.
Fernando Pessoa
Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. Não quero amigos adultos, nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice. Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto, e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que a normalidade é uma ilusão imbecil e estéril.
Fernando Pessoa
Bjkª da Elza
domingo, 29 de junho de 2008
Fim de semana
Elas vieram me buscar e almoçamos num lugarzinho simpático e agradável. Seguimos para o Planetário do Ibirapuera. As três falando ... falando ... falando ... de coisas da adolescência à coisas do presente, passando por sonhos, expectativas e por aí afora.
Após a sessão, Miriam, foi encontrar o marido.
Ficamos, Cris e eu a conversar. Passamos pela livraria da Vila para dar um abraço no Ricardo Ramos que lançava mais um livro. Conheci Aninha Pontes.
Viemos para casa conversando, sempre. Despedimo-nos depois das 22 horas e aquele gosto de quero mais apareceu no mesmo instante.
Dormi até tarde e me enrolei toda. Precisava passear o Baltazar, fazer as compras de feira e cozinhar para ele.
Corri com o Baltazar, voei para a feira depois que ele me ligou dizendo que já estava em Guarulhos.
Coloquei o lombo no forno, com papel aluminio.
Lombo: deixei marinando de ontem para hoje no vinagrete com vinho branco. O açougueiro já o abrira para mim e recheei com cenoura, abacaxi e bacom.
Macarrão: comprei um ravioloni de mussarela de búfalo, nozes e rúcula semi pronto. Preparei molho de limão com cebola ralada, manteiga, raspas e suco de um limão siciliano; creme de leite e uma pitada de sal e outra de pimenta do reino.
Enquanto o lombo assava, peguei o resto do abacaxi e piquei miudinho e três maçãs num refratário. Coloquei um punhado de uvas passas brancas e outro de nozes picadas grosseiramente. Por cima, farofa de manteiga, açúcar e farinha de trigo polvilhada de canela.
Assei. Esqueci de comprar sorvete de creme e resolvi não bater chantili para não ter mais trabalho.
Ele chegou e voei para buscá-lo na portaria.
Baltazar enlouqueceu e escalou o ídolo para ganhar carinhos.
Cansado e com os olhos brilhando ele chegou, desfez a mala, abriu a caixa do freeshop.
Mandei-o para banho enquanto terminava o almoço.
Contou-me diversas histórias e tomou uma cerveja.
Almoçamos com vinho branco que eu gelara.
Agora ele está deitado, com o Baltrazar e a Thelma.
Muito embora quieto, descansando, sinto que a casa não está vazia.
Terça feira embarca para Belo Horizonte e assim vamos vivendo.
Quando isso acabará? Ninguém sabe! Nesse País ninguém vive de aposentadoria, certo?
Bjkª. Elza
Após a sessão, Miriam, foi encontrar o marido.
Ficamos, Cris e eu a conversar. Passamos pela livraria da Vila para dar um abraço no Ricardo Ramos que lançava mais um livro. Conheci Aninha Pontes.
Viemos para casa conversando, sempre. Despedimo-nos depois das 22 horas e aquele gosto de quero mais apareceu no mesmo instante.
Dormi até tarde e me enrolei toda. Precisava passear o Baltazar, fazer as compras de feira e cozinhar para ele.
Corri com o Baltazar, voei para a feira depois que ele me ligou dizendo que já estava em Guarulhos.
Coloquei o lombo no forno, com papel aluminio.
Lombo: deixei marinando de ontem para hoje no vinagrete com vinho branco. O açougueiro já o abrira para mim e recheei com cenoura, abacaxi e bacom.
Macarrão: comprei um ravioloni de mussarela de búfalo, nozes e rúcula semi pronto. Preparei molho de limão com cebola ralada, manteiga, raspas e suco de um limão siciliano; creme de leite e uma pitada de sal e outra de pimenta do reino.
Enquanto o lombo assava, peguei o resto do abacaxi e piquei miudinho e três maçãs num refratário. Coloquei um punhado de uvas passas brancas e outro de nozes picadas grosseiramente. Por cima, farofa de manteiga, açúcar e farinha de trigo polvilhada de canela.
Assei. Esqueci de comprar sorvete de creme e resolvi não bater chantili para não ter mais trabalho.
Ele chegou e voei para buscá-lo na portaria.
Baltazar enlouqueceu e escalou o ídolo para ganhar carinhos.
Cansado e com os olhos brilhando ele chegou, desfez a mala, abriu a caixa do freeshop.
Mandei-o para banho enquanto terminava o almoço.
Contou-me diversas histórias e tomou uma cerveja.
Almoçamos com vinho branco que eu gelara.
Agora ele está deitado, com o Baltrazar e a Thelma.
Muito embora quieto, descansando, sinto que a casa não está vazia.
Terça feira embarca para Belo Horizonte e assim vamos vivendo.
Quando isso acabará? Ninguém sabe! Nesse País ninguém vive de aposentadoria, certo?
Bjkª. Elza
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Guadalajara

- Beeeeeeeeeemmmmmmm, tou cansado, tou com saudade!!!!!!!! Quero ir para casa!
Só faltou me pedir para ir até lá para buscá-lo. Faz uma semana que ele viajou e só voltará no domingo. Embora no meio de pessoas amigas que o acolhem e o paparicam ele está fora de casa e dos hábitos que tornam o cotidiano tranquilo; longe dos bichos, das manias e de mim, é claro.
Costumo dizer que ele é como barata: adora ficar em casa!
Nos finais de semana não tenho coragem de pedir para irmos visitar meus parentes aqui nas redondezas porque ele já vive em estradas ... Eu o deixo dormir na frente da TV com algum programa sobre aviões ou bichos passando. Abaixo o som e o deixo relaxado, descansando. Ele acorda com aquela carinha de quem me deixou só, outra vez e eu, lhe ofereço café passado na hora.
Também estou com saudade. A casa fica tão silenciosa e arrumada sem ele. A cama fria.
Domingo tá pertinho, não está?
Bjkª. Elza
domingo, 22 de junho de 2008
Emoções
- Por favor, minha filha, traga-nos uma garrafa de água sem gas, gelada e três copos. Depois fazemos o pedido.
- Quero só um chá.
- Vou da capuccino com canela e uma torta.
- Também quero um capuccino, com croissant e manteiga. Sem canela, disse eu.
- Tem algum doce sem gluten? Perguntei demais, não é? Então eu quero um cheese cake light.
Depois da emoção do encontro, dos abraços apertados e das referências de tantos anos avivadas, nós nos sentamos numa doceira, fizemos os pedidos e ocupamos a mesa por mais de quatro horas. Tomamos várias garrafinhas de água.
Nós somos amigas desde sempre. Quase nos conhecemos na maternidade, como dizem os engraçadinhos de plantão. Fomos colegas de classe no ensino fundamental e perdemos contato, mas conservamos o querer bem, as boas lembranças.
Orkut me aproximou de uma que, por sua vez, encontrou a terceira não sei como e nos reunimos no sábado, ontem, que foi meu dia de sem teto, sem cachorro, sem gata e sem marido.
Tive que fazer uma segunda aplicação de veneno para matar brocas e, mais uma vez, desocupei o apartamento. Dormi, junto com a gripe, no apartamento do meu irmão mais novo. A gata passeou de ônibus e dormiu com a Maria, minha assistente técnica. Baltazar restou hospedado no hotel do Raul. Meu marido pipa está no México.
Assim, sem lenço e sem documento, sem freios, sem amarras, fiquei no papo com minhas amigas de adolescência e, encerramos a noite no apartamento da única que tem marido em casa. Comemos pizza, tomamos vinho, ouvimos boa música e rimos.
O tempo não é existe, não é mesmo? Para nós se passaram alguns bons anos sem que nos víssemos, mas, em comparação ao tempo do universo, talvez tenham sido alguns segundos. As minhas amigas são as mesmas meninas que conheci. Tem os mesmos gestos, os mesmos sorrisos, as mesmas reações, as mesmas posturas corporais.
A diferença que senti é que nós perdemos a pressa e somos mais cultas. Temos conteúdo intelectual mais sólido, mais tranquilo e falamos com serenidade a respeito de temas que já foram difíceis.
Para mim o tempo não passou. Apesar dos casamentos, filhos e vidas vividas, a essência delas me é familiar e é com ela que eu lido. Todas temos histórias alegres e tristes para contar, mas, no fundo, somos as mesmas meninas que tiveram experiências semelhantes no mesmo período. Nós nos reconhecmos como fraternidade, como familia, o que é mais empolgante.
Claro que sou a chorona da turma... Sou pisciana, certo? No meio da festa, enquanto o único marido presente tocava bossa nova ao piano, meu marido pipa me liga do México dizendo que me queria por lá. Chorei. As meninas me abraçaram. Solucei. Fiquei de nariz vermelho por longo tempo.
Chorei de alegria, como há muito não fazia.
Cheguei de mansinho no apartamento de meu irmão e demorei a pegar no sono. Emoções remexidas ...
Para completar esse final de semana que teria tudo para ser triste, acabei almoçando com meu irmão na casa da sogra dele e foi muito bom!!!
Thelma Louise está aqui do meu lado e Baltazar pulando no meu braço pedindo para brincar.
Meu marido já me ligou 3 vezes do México, hoje.
Bjkª. Elza
- Quero só um chá.
- Vou da capuccino com canela e uma torta.
- Também quero um capuccino, com croissant e manteiga. Sem canela, disse eu.
- Tem algum doce sem gluten? Perguntei demais, não é? Então eu quero um cheese cake light.
Depois da emoção do encontro, dos abraços apertados e das referências de tantos anos avivadas, nós nos sentamos numa doceira, fizemos os pedidos e ocupamos a mesa por mais de quatro horas. Tomamos várias garrafinhas de água.
Nós somos amigas desde sempre. Quase nos conhecemos na maternidade, como dizem os engraçadinhos de plantão. Fomos colegas de classe no ensino fundamental e perdemos contato, mas conservamos o querer bem, as boas lembranças.
Orkut me aproximou de uma que, por sua vez, encontrou a terceira não sei como e nos reunimos no sábado, ontem, que foi meu dia de sem teto, sem cachorro, sem gata e sem marido.
Tive que fazer uma segunda aplicação de veneno para matar brocas e, mais uma vez, desocupei o apartamento. Dormi, junto com a gripe, no apartamento do meu irmão mais novo. A gata passeou de ônibus e dormiu com a Maria, minha assistente técnica. Baltazar restou hospedado no hotel do Raul. Meu marido pipa está no México.
Assim, sem lenço e sem documento, sem freios, sem amarras, fiquei no papo com minhas amigas de adolescência e, encerramos a noite no apartamento da única que tem marido em casa. Comemos pizza, tomamos vinho, ouvimos boa música e rimos.
O tempo não é existe, não é mesmo? Para nós se passaram alguns bons anos sem que nos víssemos, mas, em comparação ao tempo do universo, talvez tenham sido alguns segundos. As minhas amigas são as mesmas meninas que conheci. Tem os mesmos gestos, os mesmos sorrisos, as mesmas reações, as mesmas posturas corporais.
A diferença que senti é que nós perdemos a pressa e somos mais cultas. Temos conteúdo intelectual mais sólido, mais tranquilo e falamos com serenidade a respeito de temas que já foram difíceis.
Para mim o tempo não passou. Apesar dos casamentos, filhos e vidas vividas, a essência delas me é familiar e é com ela que eu lido. Todas temos histórias alegres e tristes para contar, mas, no fundo, somos as mesmas meninas que tiveram experiências semelhantes no mesmo período. Nós nos reconhecmos como fraternidade, como familia, o que é mais empolgante.
Claro que sou a chorona da turma... Sou pisciana, certo? No meio da festa, enquanto o único marido presente tocava bossa nova ao piano, meu marido pipa me liga do México dizendo que me queria por lá. Chorei. As meninas me abraçaram. Solucei. Fiquei de nariz vermelho por longo tempo.
Chorei de alegria, como há muito não fazia.
Cheguei de mansinho no apartamento de meu irmão e demorei a pegar no sono. Emoções remexidas ...
Para completar esse final de semana que teria tudo para ser triste, acabei almoçando com meu irmão na casa da sogra dele e foi muito bom!!!
Thelma Louise está aqui do meu lado e Baltazar pulando no meu braço pedindo para brincar.
Meu marido já me ligou 3 vezes do México, hoje.
Bjkª. Elza
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Gripe
Saí ontem toda bela e faceira, arrumada e bonita. Fui até meu cliente para reunião complicada e assunto difícil. Na ida senti minha garganta raspar. Espirrei algumas vezes e já concluí: a gripe me pegou. Os sintomas são clássicos.
Fui para lá e fiquei o dia todo. Resolvemos as pendências. Percebi que eu não estava nada bem quando me irritei com os obstáculos pequenos que precisei transpor para voltar para casa.
Passei no escritório de uma amiga para café, cheguei em casa e me entoquei. Sentia-me tão péssima que não saí com o cachorro e me deitei cedo. A cama estava cheia de espinhos e minha garganta queimava. Minha lingua queimava. O corpo doia e a respiração tampada por muco ...
O mal estar só piorava e já era tarde quando me ocorreu pedir ajuda, mas, fiquei com dó de chamar minha vizinha médica. Eu me virei com reike e dormi com os bichos me empurrando.
Meu marido ligou hoje cedo para saber se melhorei, assim como uma porção de pessoas amadas e sinto dizer: Não melhorei coisa alguma. Passei o dia de cama, curtindo dor no corpo e tomando trimedal.
Amanhã vou para o apartamento do meu irmão, com o Baltazar. A Thelma Louise vai para a casa da Maria. Haverá aplicação de veneno para brocas e não podemos ficar aqui. Tou até vendo a bagunça que vamos fazer por lá. Domingo nós voltaremos e espero que as coisas entrem nos eixos.
Bjkª. Elza
Fui para lá e fiquei o dia todo. Resolvemos as pendências. Percebi que eu não estava nada bem quando me irritei com os obstáculos pequenos que precisei transpor para voltar para casa.
Passei no escritório de uma amiga para café, cheguei em casa e me entoquei. Sentia-me tão péssima que não saí com o cachorro e me deitei cedo. A cama estava cheia de espinhos e minha garganta queimava. Minha lingua queimava. O corpo doia e a respiração tampada por muco ...
O mal estar só piorava e já era tarde quando me ocorreu pedir ajuda, mas, fiquei com dó de chamar minha vizinha médica. Eu me virei com reike e dormi com os bichos me empurrando.
Meu marido ligou hoje cedo para saber se melhorei, assim como uma porção de pessoas amadas e sinto dizer: Não melhorei coisa alguma. Passei o dia de cama, curtindo dor no corpo e tomando trimedal.
Amanhã vou para o apartamento do meu irmão, com o Baltazar. A Thelma Louise vai para a casa da Maria. Haverá aplicação de veneno para brocas e não podemos ficar aqui. Tou até vendo a bagunça que vamos fazer por lá. Domingo nós voltaremos e espero que as coisas entrem nos eixos.
Bjkª. Elza
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Colombia e México
Ficarei sem marido até o dia 30 de junho. Viaja, agora, de madrugada.
Arrumei apelido para ele: MARIDO PIPA.
É, isso mesmo! P I P A, como papagaio kkkkkkk
Ele fica por aí, voando e eu em terra, segurando o barbante para ele não se perder. De vez em quando sou obrigada a dar uns trancos para colocá-lo no rumo certo.
Passei cerol na linha porque não sou besta!
Bjkª. Elza
Arrumei apelido para ele: MARIDO PIPA.
É, isso mesmo! P I P A, como papagaio kkkkkkk
Ele fica por aí, voando e eu em terra, segurando o barbante para ele não se perder. De vez em quando sou obrigada a dar uns trancos para colocá-lo no rumo certo.
Passei cerol na linha porque não sou besta!
Bjkª. Elza
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