domingo, 16 de setembro de 2007
Minha viagem
para Belo Horizonte foi estranha.
No ônibus arrumei um companheiro muito falante que logo de saída mostrou-se bastante nervoso. Mal o ônibus se movimentou ele começou a me contar que tinha um plano de saúde muito bom e que uma leve gastrite o incomodava. Não deu outra, ele passou muito mal e vomitou assim que paramos na primeira parada. Ficou no hospital da Camanducaia.
Dormi o resto do percurso. Melhor dizendo, nos intervalos das ligação do maridão, eu dormi. Chegamos com quase uma hora de atraso por conta daquele passageiro.
Lanchamos no apartamento e dormimos cedo. Sem computador a vida é tão engraçada... Dá tempo para conversar com as pessoas e em especial, com o marido hihihihihihihihi
No sábado nós rodamos pela cidade e almoçados no BH Shopping. Meu marido estava com taquicardia e não quis comer. Fomos para casa e conversamos sobre esse incômodo. Conversamos sobre a saúde dele. Consersamos sobre a médica endocrinologista que o atendeu. Conversamos sobre o sopro no coração congênito. Conversamos sobre a volta dele para Sampa, em definitivo. Conversamos sobre aposentadoria. Conversamos sobre minha vida profissional. Conversamos sobre nossos bichos ... conversamos ... conversamos ...
Fazia muito tempo que nós não ficavamos juntos falando sobre as coisas e essa viagem não serviu para passeios, compras ou visitas. Serviu para uma espécie diferente de turismo. Turismo interior e muito rico.
Ele me deixou no aeroporto e nem ficou muito triste porque decidiu que virá na 3ª ou, no máximo na 4ª feira, para tratar de assuntos pessoais, inclusive a transferência para cá. Vamos começar a assuntar essa hipótese e acabar com essas viagens loucas e cansativas. Tudo ainda muito sutil e apenas pensado, mas já começamos a traçar planos para o futuro.
Nossa expectativa de futuro é muito curta. Nosso futuro tem que ser amanhã em virtude da idade que atingimos. Estamos com pressa!
Estou cansada, fisica e emocionalmente, mas adorei ter ido.
Bjkª. Elza
No ônibus arrumei um companheiro muito falante que logo de saída mostrou-se bastante nervoso. Mal o ônibus se movimentou ele começou a me contar que tinha um plano de saúde muito bom e que uma leve gastrite o incomodava. Não deu outra, ele passou muito mal e vomitou assim que paramos na primeira parada. Ficou no hospital da Camanducaia.
Dormi o resto do percurso. Melhor dizendo, nos intervalos das ligação do maridão, eu dormi. Chegamos com quase uma hora de atraso por conta daquele passageiro.
Lanchamos no apartamento e dormimos cedo. Sem computador a vida é tão engraçada... Dá tempo para conversar com as pessoas e em especial, com o marido hihihihihihihihi
No sábado nós rodamos pela cidade e almoçados no BH Shopping. Meu marido estava com taquicardia e não quis comer. Fomos para casa e conversamos sobre esse incômodo. Conversamos sobre a saúde dele. Consersamos sobre a médica endocrinologista que o atendeu. Conversamos sobre o sopro no coração congênito. Conversamos sobre a volta dele para Sampa, em definitivo. Conversamos sobre aposentadoria. Conversamos sobre minha vida profissional. Conversamos sobre nossos bichos ... conversamos ... conversamos ...
Fazia muito tempo que nós não ficavamos juntos falando sobre as coisas e essa viagem não serviu para passeios, compras ou visitas. Serviu para uma espécie diferente de turismo. Turismo interior e muito rico.
Ele me deixou no aeroporto e nem ficou muito triste porque decidiu que virá na 3ª ou, no máximo na 4ª feira, para tratar de assuntos pessoais, inclusive a transferência para cá. Vamos começar a assuntar essa hipótese e acabar com essas viagens loucas e cansativas. Tudo ainda muito sutil e apenas pensado, mas já começamos a traçar planos para o futuro.
Nossa expectativa de futuro é muito curta. Nosso futuro tem que ser amanhã em virtude da idade que atingimos. Estamos com pressa!
Estou cansada, fisica e emocionalmente, mas adorei ter ido.
Bjkª. Elza
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Mais uma vez: uma paulista em BH
Viajo para BH amanhã às 11 horas.
Levo farnel, meia, máscara para os olhos, traveseirinho e muito sono. Pretendo dormir a ida inteirinha, já que os bancos da Cometa são confortáveis.
Deixo por lá a roupa de cama e de banho que estou levando e trago a usada pelo maridão durante esses últimos dias. Volto de avião. Domingo a noite recupero meu cão, que ficará com a madrinha, e os miados da gata que ficará sob supervisão da Maria e da madrinha do Baltazar.
Semana que vem será corrida com muitas audiências e outros serviços.
Excelente final de semana para todos.
Bjkª. Elza
Levo farnel, meia, máscara para os olhos, traveseirinho e muito sono. Pretendo dormir a ida inteirinha, já que os bancos da Cometa são confortáveis.
Deixo por lá a roupa de cama e de banho que estou levando e trago a usada pelo maridão durante esses últimos dias. Volto de avião. Domingo a noite recupero meu cão, que ficará com a madrinha, e os miados da gata que ficará sob supervisão da Maria e da madrinha do Baltazar.
Semana que vem será corrida com muitas audiências e outros serviços.
Excelente final de semana para todos.
Bjkª. Elza
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
O caçador de pipas
me encantou. Fazia muitos anos que eu não pegava num livro e me perdesse na leitura, sem olhar hora, fome, necessidades dos bichos e por ai afora. Fazia muito tempo que eu não achava na leitura a oportunidade de eu viajar por mundos desconhcidos e me vestir nalgum personagem e sentir e os sentimentos dele.
Esse livro me fez atriz. Vivi todos os personagens, a fundo. Senti os sentimentos do Baba; os medos do Amir; a suavidade de Soraya; a arrogância do pai de Soraya ...
Senti todos os sentimentos de Hassam e depois o abandono de seu filho único. Vi o sorriso final e me emocionei. Também eu tive esperança.
Chorei durante toda a leitura não apenas pela vivência lúcida e nítida que me atingiu, mas com o absurdo de tudo o que aconteceu naquele país. Hoje eu entendo os inúmeros e.mails que recebi dizendo que as mulheres eram forçadas e fazer isso ou aquilo; forçadas a abandonarem suas profissões e suas vidas para esmolarem por que o Talibã lhes matou os maridos; que elas estavam sofrendo de depressão e outras coisas...
Quem ainda não leu, atreva-se a faze-lo. Para mim, uma grande e agradável surpresa.
Bjkª. Elza
Esse livro me fez atriz. Vivi todos os personagens, a fundo. Senti os sentimentos do Baba; os medos do Amir; a suavidade de Soraya; a arrogância do pai de Soraya ...
Senti todos os sentimentos de Hassam e depois o abandono de seu filho único. Vi o sorriso final e me emocionei. Também eu tive esperança.
Chorei durante toda a leitura não apenas pela vivência lúcida e nítida que me atingiu, mas com o absurdo de tudo o que aconteceu naquele país. Hoje eu entendo os inúmeros e.mails que recebi dizendo que as mulheres eram forçadas e fazer isso ou aquilo; forçadas a abandonarem suas profissões e suas vidas para esmolarem por que o Talibã lhes matou os maridos; que elas estavam sofrendo de depressão e outras coisas...
Quem ainda não leu, atreva-se a faze-lo. Para mim, uma grande e agradável surpresa.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
A secretaria

Belchior, o machinho que escolhemos para o amigo do maridão, está na minha mão direita. Ele perderá a capa preta e o marrom que recobre os pais aparecerá. Na mão esquerda o pequenino que quase foi rejeitado pela Teca.
Maridão cortou meu rosto ... acho que de vingança!
Estou aqui batucando nesse teclado para resolver algumas pendengas.
Aquele meu amigo advogado me passou dois serviços e, de cara, notei que faltava um elemento fundamental para o desenvolvimento dos casos. Telefonei e solicitei. Compete a ele me entregar a coisa completa, ora!
Fiquei sabendo que a tal da secretária que caiu e quebrou a mão foi afastada...
O "causo":
Precisando de alguém que atendesse ao telefone, ele convidou a vizinha para trabalhar. Mulher de meia idade, feia e metida. Muito falante e colocando-se na mesma posição dos advogados pois é instrumentadora cirurgica, não encontrou seu espaço. Metia-se nas conversas e fazia piadinhas sem se tocar que deveria ser discreta e atenciosa. Afinal, ali estava na qualidade de atendente e não de instrumentadora. O relacionamento é diferente por que essa é a regra e os clientes assim exigem. Formalidades de advogados e fim de papo!
Noutro dia, a infeliz foi até o Forum, que está a três quadras do escritório para fazer protocolo de qualquer coisa e cai na calçada. Para segurar o peso, colocou a mão na frente e ... quebrou um osso.
Atendida na Santa Casa de Misericórdia que fica ao lado do local do acidente, ela ouviu o diagnóstico: precisa operar e se me autorizar, faço isso, agora!
A metida não quis. Como? Santa Casa? SUS? Eu??? Saiu de lá com a mão engessada e num charme de dar inveja nas grandes atrizes! Não podia servir um copo de água por que ... Não podia abrir a porta ... Não conseguia ...
Contou-me, e eu, caí babando: O quê? Vc teve oportunidade de ser operada num dos grandes hospitais do País e recusou-se? Lá não tem hotelaria, mas tem médicos maravilhosos e que conhecem tudinho de ortopedia!
Ficou uma semana no escritório até o colega resolver-se, e:
- Moça, pode procurar um cirurgião especializado para obter segunda opinião, mas, se precisar de cirurgia, será na Santa Casa, pelo SUS. Quer saber de uma coisa? Chega! Vc está em experiência e não foi aprovada.
Quero só ver no que vai dar. Ela é cheia dos truques e espero que não busque seus direitos por aí! Imagine só ... ele ter que bancar cirurgia em hospital particular e pagar salários para ela por não sei quantos meses e também, garantir-lhe trabalho por mais um ano ... Foi acidente do trabalho, pipocas!
Oremos, né? Tomara que tudo se resolva na paz.
Bjkª. Elza
Aquele meu amigo advogado me passou dois serviços e, de cara, notei que faltava um elemento fundamental para o desenvolvimento dos casos. Telefonei e solicitei. Compete a ele me entregar a coisa completa, ora!
Fiquei sabendo que a tal da secretária que caiu e quebrou a mão foi afastada...
O "causo":
Precisando de alguém que atendesse ao telefone, ele convidou a vizinha para trabalhar. Mulher de meia idade, feia e metida. Muito falante e colocando-se na mesma posição dos advogados pois é instrumentadora cirurgica, não encontrou seu espaço. Metia-se nas conversas e fazia piadinhas sem se tocar que deveria ser discreta e atenciosa. Afinal, ali estava na qualidade de atendente e não de instrumentadora. O relacionamento é diferente por que essa é a regra e os clientes assim exigem. Formalidades de advogados e fim de papo!
Noutro dia, a infeliz foi até o Forum, que está a três quadras do escritório para fazer protocolo de qualquer coisa e cai na calçada. Para segurar o peso, colocou a mão na frente e ... quebrou um osso.
Atendida na Santa Casa de Misericórdia que fica ao lado do local do acidente, ela ouviu o diagnóstico: precisa operar e se me autorizar, faço isso, agora!
A metida não quis. Como? Santa Casa? SUS? Eu??? Saiu de lá com a mão engessada e num charme de dar inveja nas grandes atrizes! Não podia servir um copo de água por que ... Não podia abrir a porta ... Não conseguia ...
Contou-me, e eu, caí babando: O quê? Vc teve oportunidade de ser operada num dos grandes hospitais do País e recusou-se? Lá não tem hotelaria, mas tem médicos maravilhosos e que conhecem tudinho de ortopedia!
Ficou uma semana no escritório até o colega resolver-se, e:
- Moça, pode procurar um cirurgião especializado para obter segunda opinião, mas, se precisar de cirurgia, será na Santa Casa, pelo SUS. Quer saber de uma coisa? Chega! Vc está em experiência e não foi aprovada.
Quero só ver no que vai dar. Ela é cheia dos truques e espero que não busque seus direitos por aí! Imagine só ... ele ter que bancar cirurgia em hospital particular e pagar salários para ela por não sei quantos meses e também, garantir-lhe trabalho por mais um ano ... Foi acidente do trabalho, pipocas!
Oremos, né? Tomara que tudo se resolva na paz.
Bjkª. Elza
domingo, 9 de setembro de 2007
E lá se foi a semana
Baltazar cheira sua filhota de 2 semanas que já está de olhos abertos e começando a caminharSemana curta, corrida e cheia de aborrecimentos. Já acabou e se foi. Amanhã, vida nova. Tenho muitos serviços para desenvolver.
Marido viaja para BH, sozinho, no carrinho dele. Fico muito preocupada com isso e não tem saída. Ou vai ... ou vai ... Odeio essa Fernão Dias! Estrada esburacada, sem acostamento, sem sinalização e com longos trechos sem sinal de celular. Além desses problemas fisicos, ela me separa do marido. Ela sinaliza a distância entre nós.
Vou dormir para não pensar.
Bjkª. Elza
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Outro prato rápido
Eu estava cansada, com fome e com muita preguiça de ir para a cozinha. Não queria ouvir falar em pizza e me conformara com leite e pão para o jantar, quando o maridão compareceu com a idéia de cozinhar macarrão para comermos com manteiga.
- Bom, por que comer com manteiga se podemos fazer um molhinho?
- Qual molhinho?
- Pegue aquele lombo de porco que sobrou de ontem e passe-o no processador. Refogue-o com cebola e depois, jogue creme de leite por cima. Complete com ervilhas. Voilà! O molho está pronto.
- O macarrão está al dente.
Como sou cheia de histórias e aprendi com minha amiga coreana que gergelim torrado é bom para os cabelos e evita que eles embranqueçam, tratei de jogar minha porção sobre o spaghetti e um pouquinho de queijo parmesão.
Faltou vinho, mas para quem ia tomar uma xícara de chocolate ... Jantei muito bem!
A sobremesa resumiu-se em banana prata bem madurinha e doce.
Experimente e veja que dá certo. Usar sobras é uma delícia!
Bjkª. Elza
- Bom, por que comer com manteiga se podemos fazer um molhinho?
- Qual molhinho?
- Pegue aquele lombo de porco que sobrou de ontem e passe-o no processador. Refogue-o com cebola e depois, jogue creme de leite por cima. Complete com ervilhas. Voilà! O molho está pronto.
- O macarrão está al dente.
Como sou cheia de histórias e aprendi com minha amiga coreana que gergelim torrado é bom para os cabelos e evita que eles embranqueçam, tratei de jogar minha porção sobre o spaghetti e um pouquinho de queijo parmesão.
Faltou vinho, mas para quem ia tomar uma xícara de chocolate ... Jantei muito bem!
A sobremesa resumiu-se em banana prata bem madurinha e doce.
Experimente e veja que dá certo. Usar sobras é uma delícia!
Bjkª. Elza
domingo, 2 de setembro de 2007
Do amor
Estava eu começando minhas visitas aos blogs amigos e deparei-me com o "Mineiras uai" cujo link está em Ana Letícia, aí do lado. Li o post da Ana Leticia sobre o amor e me coloquei a pensar.
Na verdade eu não sei o que ela entende por amor. Também não sei o que as pessoas, de modo geral, entendem por amor. Essa palavrinha está desgastada pelo uso. Todos dizer que o que importa é o amor; que o amor derruba barreiras e resolve situações e por aí afora.
Para mim amor é um sentimento profundo, trabalhado, construido no dia a dia. Não tem frenesi, não tem respiração entrecortada ou falta de joelhos para sustentar uma pessoa. O sentimento de causa essas reações tem outros nomes, como por exemplo, exitação, atração, paixão, mas, do meu ponto de vista, nenhum deles é amor.
Amor para mim tem respeito, admiração, carinho, atração física e intelectual dentre outros sentimentos.
Amar o espelho é fácil. Aquela pessoa com os mesmos padrões educacionais; faixa etária; costumes; time de futebol simplesmente entra na vida do outro e se instala. Pode haver empatia, explosão de hormônios e tudo junto se confunde com amor.
Amar o oposto é que são elas!!! Construir a partir das diferenças. Estar junto e aprender a respeitar as diferenças de formação familiar e educacional. Romper barreiras e lutar para pagar as contas no final do mês, juntos, com atração sexual em dia, apesar de doenças e das diferenças na forma de encarar as coisas do cotidiano.
A regra é para ser feliz, então, seja feliz.
Quem inventou essa história de primeiro realizar-se profissionalmente para depois encontrar um amor é um idiota! O amor é construido enquanto a realização profissional é desenvolvida. Tudo junto, numa bola só. Um empurra o outro para cima e ambos chegam ao céu.
Agora, "nosso amor numa cabana" é tema de novela. Alguém acostumado ao melhor, com mordomias e folga no orçamento, se for viver na cabana, na primeira briga jogará na cara do outro o que deixou para tras, acredite-me.
Ah ... quem ama briga, viu? Quem ama se desentende com seu amor e fica de péssimo humor quando ouve algum comentário menos gentil. Amor não é garantia de felicidade eterna e nem de alegria constante. Só Pai e Mãe condescendem. O amor não!
Assim, Aninha querida, sonhe com seu amor, mas com os olhos abertos. Quando entrar numa relação, por favor, faça-o com a cabeça e não de cabeça. Ao mesmo tempo, vá se realizando profissionalmente. Quanto mais inteira e íntegrqa você for, mais fácil será vislubrar onde está o grande amor. Ah eu ia me esquecendo de dizer que o grande amor pode chegar na maturidade ou não chegar. Tudo depende da sua capacidade de doar-se e de respeitar o outro.
Bjkª. Elza
Na verdade eu não sei o que ela entende por amor. Também não sei o que as pessoas, de modo geral, entendem por amor. Essa palavrinha está desgastada pelo uso. Todos dizer que o que importa é o amor; que o amor derruba barreiras e resolve situações e por aí afora.
Para mim amor é um sentimento profundo, trabalhado, construido no dia a dia. Não tem frenesi, não tem respiração entrecortada ou falta de joelhos para sustentar uma pessoa. O sentimento de causa essas reações tem outros nomes, como por exemplo, exitação, atração, paixão, mas, do meu ponto de vista, nenhum deles é amor.
Amor para mim tem respeito, admiração, carinho, atração física e intelectual dentre outros sentimentos.
Amar o espelho é fácil. Aquela pessoa com os mesmos padrões educacionais; faixa etária; costumes; time de futebol simplesmente entra na vida do outro e se instala. Pode haver empatia, explosão de hormônios e tudo junto se confunde com amor.
Amar o oposto é que são elas!!! Construir a partir das diferenças. Estar junto e aprender a respeitar as diferenças de formação familiar e educacional. Romper barreiras e lutar para pagar as contas no final do mês, juntos, com atração sexual em dia, apesar de doenças e das diferenças na forma de encarar as coisas do cotidiano.
A regra é para ser feliz, então, seja feliz.
Quem inventou essa história de primeiro realizar-se profissionalmente para depois encontrar um amor é um idiota! O amor é construido enquanto a realização profissional é desenvolvida. Tudo junto, numa bola só. Um empurra o outro para cima e ambos chegam ao céu.
Agora, "nosso amor numa cabana" é tema de novela. Alguém acostumado ao melhor, com mordomias e folga no orçamento, se for viver na cabana, na primeira briga jogará na cara do outro o que deixou para tras, acredite-me.
Ah ... quem ama briga, viu? Quem ama se desentende com seu amor e fica de péssimo humor quando ouve algum comentário menos gentil. Amor não é garantia de felicidade eterna e nem de alegria constante. Só Pai e Mãe condescendem. O amor não!
Assim, Aninha querida, sonhe com seu amor, mas com os olhos abertos. Quando entrar numa relação, por favor, faça-o com a cabeça e não de cabeça. Ao mesmo tempo, vá se realizando profissionalmente. Quanto mais inteira e íntegrqa você for, mais fácil será vislubrar onde está o grande amor. Ah eu ia me esquecendo de dizer que o grande amor pode chegar na maturidade ou não chegar. Tudo depende da sua capacidade de doar-se e de respeitar o outro.
Bjkª. Elza
Assinar:
Postagens (Atom)
