segunda-feira, 16 de julho de 2007

PostHeaderIcon Familia assiste TV


Maridão fotografou a familia unida.
Bjkª da Elza
sábado, 14 de julho de 2007

PostHeaderIcon Ressaca emocional

Sou muito dura com as pessoas e não tenho medo de assumir posições e por isso, muitas vezes piso nos calos de uns e outros. Magoo sem desejar e sou magoada por que não aceito certas regras que considero desfavoráveis ao grupo.
Tudo isso eu digo por que aquela esposa do meu irmão doente está de bico comigo porque eu me cansei de ser usada por eles e dei um basta sonoro. Claro que eu sou a bruxa. Eu disse não ao menino mimado que estavam usando e abusando dos irmãos mais novos ...
Por conta disso, quando meu irmão foi para o hospital, no ano passado, ela bateu o telefone para mim e não me deu qualquer notícia dele. Monitorei por meio do outro irmão e depois, conversei longamente com o mais velho e me inteirei da situação.
Esse meu irmão mais velho já me causou muitos problemas, mas jamais deixamos de nos falar. Jamais deixamos de nos respeitar como profissionais que somos, da mesma área porque eu o iniciei na advocacia. Jamais deixamos de nos amar.
Ninguém consegue entender isso. Nem a tal de esposa dele! Ela não sabe que nós dois nos comunicamos, o que me favorece. Ela não dá palpite nessa relação única.
Ontem eu venci todos os meus receios de ela ter um chilique comigo e fui ver meu irmão. Fazia dias que eu estava me segurando. Conversei com ela e recebi passe livre para ve-lo.
Meu coração está mais leve depois disso.
Agradeço pelo apoio que tenho recebido de todos vocês.
Minha amiga Kith me ligou para me dar colinho.
Meu marido está atento e aguenta minha lamúria, meu choro e meu riso nervoso.
Vou buscar notícias às 21:30h. Até lá, só sei que ele está na UTI e muito fraco.

Bjkª da Elza
sexta-feira, 13 de julho de 2007

PostHeaderIcon Aniversário

Hoje é aniversário do meu irmão e ele está na UTI, de novo.
Ele está com uma bactéria resistente no pulmão.
Hoje eu me desesperei e estou muito triste. Ele definha aos poucos.
Socorro!
Elza
quinta-feira, 12 de julho de 2007

PostHeaderIcon Susto

Retirei da geladeira todos os ingredientes para uma sopa deliciosa e iniciava a árdua tarefa de picar cebola quando o telefone tocou e uma amiga, com voz sumida me pediu socorro por que sentia dor, dor na barriga.

Atarantada, avisei que iria.

Como eu vou? Meu carro está lá na oficina para ajustes depois da reforma na lataria ... Maridão está chegando ... cheiro de cebola e não dá tempo de me banhar ... trânsito do final de tarde ...

Minha amiga cachorreira está em viagem e o carro na garagem ... as chaves com a Mãe e já tenho permissão para usar ... chegar sozinha e transportar minha amiga para algum hospital ... preciso de ajuda ... não gosto de dirigir carro alheio, especialmente à noite ... o que faço?????????

- Dona Sylvia, preciso usar o carro ...

- Pegue as chaves ali na estante ...

Calma, tudo dará certo. A solução está a caminho. Telefonar para ele e avisar o que está acontecendo... garagem:

- Miga, você pode me fazer um favor? Vamos até a casa de uma amiga que está passando mal? Eu não quero usar o carro da outra?

E assim, minha vizinha protetora de animais e que cuidou da Thelma quando viajei, foi guiando o carro dela e socorremos a doentinha. Fiquei no hospital e a Denise voltou para cuidar da Mãe, gripadíssima e da filha pequena.

Outra amiga da doente também estava presente. Esperamos mais de uma hora na sala de espera até sermos liberadas.

- Beeeeeeemmmmmmmmmm, já cheguei. A que horas você volta? Vai demorar? Eu não tenho como ir buscar você ... primeiras frases do maridão em terras paulistas.

A enfermagem foi muito camarada conosco e atenciosa e gentil com a doente. Nossa amiga ficou no pronto socorro para ser medicada e submetida a alguns exames de rotina. Dormia sob efeito de sedativos e não nos viu sair. Ganhei carona para casa e essa pesoa especial foi buscar a doentinha depois da meia noite.

- Dona Sylvia, acabei por não sair com o carro, mas as chaves estão aqui. Amanhã eu as levo.

-Tudo bem, respondeu rindo a muito bem humorada senhora de 83 anos e que tem lordose, escoliose, artrose, artrite e demais doenças típicas da idade, e que jamais soube dirigir um carro, "eu não pretendo sair hoje à noite ..."

Essa amiga que teve a crise de dor não tem parentes em São Paulo, mora sozinha e tem que contar com os amigos. Fiquei muito triste quando ela pediu desculpas pelo trabalho que estava nos dando. Trabalho???

Aprendi faz pouco tempo que meu vizinho e meus amigos me são mais importantes que minha familia e que é com eles que eu conto na hora do aperto. Fiquei assustada por que eu não tinha a mobilidade necessária para dar todo o apoio que ela precisou, mas ouvir pedido de desculpas??? Isso doeu. A solidão dela me incomodou mais do que a dor, porque, essa, qualquer buscopan cura.

Em tempo: ela está bem e já foi trabalhar.

Bjkª. Elza

terça-feira, 10 de julho de 2007

PostHeaderIcon ah ah ah

ele chega amanhã à noite, de "asa dura" ...
Estou tão cansada que fico por aqui.
Bjkª da Elza
segunda-feira, 9 de julho de 2007

PostHeaderIcon 9 de julho

Em 1932 os paulistas resolveram que deveriam pegar em armas e lutar contra o governo de Getulio Vargas para que fosse restaurado o estado de direito. A Revolução foi uma tentativa de reação ao domínio do Estado. Buscavam os revoltosos a reconstitucionalização imediata e o fim do regime de interventores que, judiava de Pernambuco, Paraíba e São Paulo.
Contavam os pobres paulistas com o auxilio e cooperação de outros Estados da União, e em especial com Minas Gerais e Rio Grande do Sul, já que, as forças armadas eram minimamente aparelhadas; a polícia não tinha armamento pesado e menos ainda a Guarda Civil.
A população entusiasmou-se e a guerra foi declarada. Teve início a Revolução que só os paulistas levaram a sério e a termo.
Perdemos muitos homens nas lutas que duraram 3 meses. Mulheres deixaram suas casas e serviram de cozinheiras e enfermeiras para as tropas.
Arrimos de famílias morreram. Para piorar, Getulio Vargas passou a dizer que São Paulo queria se separar da nação.
Nós, os paulistas, ficamos sós na luta, sem armas, sem comida e sem medicamentos. Claro que fomos derrotados, esmagados e humilhados, mas, ninguém pode se esquecer que em 1934 nova Constituição foi promulgada por pura pressão paulista.
Perdemos a batalha nos campos, mas trouxemos o estado de direito ao País. Esse orgulho é só nosso.
Hoje é feriado em São Paulo e duvido que as crinaças saibam o motivo. Duvido que os migrantes que aqui vivem saibam da importância desse fato para nós, paulistas.
A Revolução Constitucionalista de 1.932 deveria ser ensinada nas escolas por que trata-se de história viva. Sou paulista e tenho orgulho de ter administrado entidade fundada em 1.932 para atender aos familiares dos pobres que tombaram nas batalhas.
Bjkª da Elza Bjkª da Elza
sexta-feira, 6 de julho de 2007

PostHeaderIcon INSS

Acho que já contei uma parte dessa história, mas prefiro um resuminho básico para que a sequencia possa ser devidamente apreciada.
Tive uma empregada doméstica chamada Maria por quase 5 anos e quando ela engravidou, eu a mandei ao INSS para receber salário maternidade. Ela não pode solicitar e receber o benefício porque, os recolhimentos eu fizera para número de inscrição de outra pessoa.
Montamos um processo requerendo a transferência dos valores para o nº dela e, para encurtar a história, nesse bandido, a demora foi de APENAS 7 ANOS para ser deferida a retificação do NIT.
A Maria foi impedida de solicitar o salário maternidade naquele tempo, de modo que, terá que solicitar agora, 2 meses após a resposta do INSS á retificação do NIT.
Estive no posto de Santo Amaro para resolver esse problema uns 20 ou 30 dias atras e depois de não sei quanto tempo, fui encaminhada para o Posto da Av. Nª Srª do Sabará. Fui hoje, com a Maria que está cobrindo as férias da prima Nailda.
Chegamos lá às 9 horas e de cara, a funcionária nos disse que precisaria de orientação da chefia por que nosso caso era diferente... Em poucos minutos, fomos chamadas e a segunda funcionária nos disse que não era ali que deveríamos solicitar qualquer coisa, mas no posto de Santo Amaro porque o processo correra por lá.
Comecei a fazer graça e a rir e disse que estávamos ali por orientação de Stº Amaro. Perguntei se ela iria de fato nos mandar de volta e o chefe ouviu e respondeu que já enviara...
Não perdi a pose e contei para ele que Stº Amaro nos remetera para lá porque era um posto novo e pouco conhecido e que tudo andava mais rápido. que eu teria que montar o processo de correção do NIT de novo para pedir o salário maternidade; que ... que ... enfim, tudo o que me fora dito lá, na origem.
O homem perdeu as estribeiras e me disse que Stº Amaro estava mandando tudo o que era lixo para ele e........ fiz beicinho e pedi para ele não nos chamar de lixo, dando duplo sentido às palavras dele, de propósito.
Ele perdeu a paciência e me perguntou qual funcionária teria me dado as instruções erradas. Queria o nome dela e o nº do guichê, pois, ligaria para Stº Amaro para reclamar.

- Nem imagino o nome dela e menos ainda, o guichê, mas a reconheço. É uma baixinha de cabelos castanhos e óculos, disse eu.

Ele se enfureceu de vez!

- Vou lá, agora! A Srª me siga que não posso admitir que o segurado fique nessa insegurança e transferido de lá para cá. Stº Amaro que assuma seus processos.


Lá fomos nós para o outro posto e, para minha surpresa, não enfrentei filas, não peguei senha e nem nada. O tal de Hilton ou seja lá como se escreve o nome dele, foi entrando e dando ordens. Colocou a Socorro para nos atender. Ela verificou que o que precisávamos era solicitar o benefício e nos transferiu para o Valdeci. Esse, morrendo de medo do Hilton , tratou de tentar localizar o processo da Maria.
Enquanto isso, o Hilton fez o maior barulho lá dentro. Chamou as chefias e a moça que me orientara e ficou bravo, falou e resmungou. Quando eu percebi que a corda iria estourar contra a funcionária, tratei de colocar os pingos nos iiiiiii:

- Ela procurou a chefia para me orientar. Não quero que ela seja prejudicada, pois, ela foi perguntar para a chefe como proceder...

A chefe da Isabele SUMIU enquanto eu falava com o Hilton e e a funcionária que repetiu a orientação recebida. Uma coisa complicada que não sei contar.
Hilton foi atras dela, falou um monte e despediu-se de mim, muito me agradecendo por ter sido paciente, educada e compreensiva, mas que eu fora o estopim daquela encrenca. Santo Amaro tem errado e tentado se livrar dos processos enviando-os para Sabará ... Eu o fizera decidir-se a resolver a questão!!!
Dali a pouco, sem o Hilton presente, o Valdeci veio com a lenga-lenga que não conseguia localizar o processo ... e que ele estaria no arquivo morto ... e que poderia demorar meses...
Foi uma longa espera e o Valdeci, condoído, nos liberou e marcou hora para nós, na 4ª feira, para tratarmos do problema, diretamente com ele.

C a l a r o que perguntei se o Hlton estaria presente ou se eu precisaria acioná-lo ...

No caminho para casa Valdeci me ligou para avisar que o processo fora localizado e confirmou a hora de 4ª feira. Ela já me disse que a Maria solicitará o salário maternidade e que será negado por que está prescrito. Disse que encaminhará o pedido à junta julgadora que manterá a decisão e então, ela deverá acionar o judiciário.

Tempo de espera??? Outros sete anos, no mínimo!!!!!!!!!!!!!

Sugestão : sempre fale com o chefe. Lembram-se de um personagem do Jô Soares que chegava perguntando pelo chefe??? Taí o porquê!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bjkª da Elza