quinta-feira, 5 de julho de 2007
Incompetência
Minha incompetência é tão grande que só hoje eu descobri por que existe o lembrete de mensagens não avaliadas no blogger ... Todas aquelas encaminhadas ao gmail que eu não abro, ficam retidas nesse caixa de entrada do blog e então, eu não perdi nenhum comentário! Ôba!!!
Estou de marido a tira colo desde 3ª feira. Ele chegou na 6ª e viajou para Curitiba na 2ª. Hoje ele está carente carente... O médico pediu um mapeamento da pressão e ele ficará 24 horas com o aparelho no braço. Está num dengo só. Parece que o braço vai cair...
Amanhã ele tira esse aparelho e coloca o holter e lá vamos nós ... mais 24 horas de dengos. Eu aguento?
Minha alimentação hoje foi uma piada:
Almoço: linguiça portuguesa defumada em fatias, no forno. Bolinhas de noisettes, no forno e salada. Sobremesa: uma banana maçã
Lanche: chá com biscoitinhos de nata
Jantar: sanduiche de pão sírio com salada. Sobremesa: mixirica
Receita do sanduiche:
carne moída temperada com o que vc gostar. Coloquei tomate maduro bem miudinho. pimenta do reino, salsa e cebolinha, cebola picadinha. Não uso sal. Coloque água nessa mistura. Umas 2 ou 3 colheres de sopa e misture bem. Regue com azeite extra virgem e misture de novo.
Abra o pão sírio e recheie. Feche e leve ao forno. Eu levei à grelha George Foremann.
Uma boa salada e pronto! Seu lanche está supimpa. Rápido e saboroso.
Bjkª. Elza
Estou de marido a tira colo desde 3ª feira. Ele chegou na 6ª e viajou para Curitiba na 2ª. Hoje ele está carente carente... O médico pediu um mapeamento da pressão e ele ficará 24 horas com o aparelho no braço. Está num dengo só. Parece que o braço vai cair...
Amanhã ele tira esse aparelho e coloca o holter e lá vamos nós ... mais 24 horas de dengos. Eu aguento?
Minha alimentação hoje foi uma piada:
Almoço: linguiça portuguesa defumada em fatias, no forno. Bolinhas de noisettes, no forno e salada. Sobremesa: uma banana maçã
Lanche: chá com biscoitinhos de nata
Jantar: sanduiche de pão sírio com salada. Sobremesa: mixirica
Receita do sanduiche:
carne moída temperada com o que vc gostar. Coloquei tomate maduro bem miudinho. pimenta do reino, salsa e cebolinha, cebola picadinha. Não uso sal. Coloque água nessa mistura. Umas 2 ou 3 colheres de sopa e misture bem. Regue com azeite extra virgem e misture de novo.
Abra o pão sírio e recheie. Feche e leve ao forno. Eu levei à grelha George Foremann.
Uma boa salada e pronto! Seu lanche está supimpa. Rápido e saboroso.
Bjkª. Elza
terça-feira, 3 de julho de 2007
Nomes
Alguns blogs amigos tem comentado os nomes dos brasileiros. Existem alguns bonitos, mas a criatividade do nosso povo é incrível. Os nomes mexidos, traduzidos, fundidos que estão por aí são até engraçados. Também na minha familia existe uma historinha relacionada a nomes:
Minha avó parterna teve 4 filhos e os chamou Wilson, Milton, Edson e Odilon.
Assim que nasceu ela determinou que meu tio Wilson seria médico e não houve quem a demovesse da idéia e, quando chegou a idade, lá foi ele para Salvador cursar medicina. Ao que me conste era a única escola de médicos no Brasil. Voltou de lá casado com Emilia, que está no interior de São Paulo há mais de 60 anos e ainda fala arrastado.
Ao segundo filho coube ser advogado e aos 15 anos meu Pai veio para São Paulo cursar a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, hoje USP. Precisou, antes, por falta de idade, cursar um ano de pré-jurídico. Foi colega de turma e amigo de duas figuras muito conhecidas: Jânio Quadros e Theotônio Negrão.
O terceiro filho nasceu e ela decidiu que seria engenheiro e, lá foi ele para o Rio de Janeiro, de onde voltou casado com uma menina de apenas 16 anos, muito linda e que lhe deu 5 filhos.
Naquela época, esses eram os cursos universitários importantes e de primeira linha, de modo que, quando meu tio Odilon nasceu, em 1.923, restou-lhe a sina de ser padre. Ele se recusou. Era rebelde, namorador e adorava jogar sinuca. Quando menino caçava passarinho e se banqueteava. Mudou-se para Ribeirão Preto e cursou Farmácia e até hoje trabalha, aos 83 anos.
Depois de encaminhados os filhos minha avó adotou uma menina e como não conhecia nenhum nome terminado em on para dar a ela, colocou MARILENA e ficou por isso mesmo. Ela é professora aposentada, casada e tem 2 filhos. Qualquer dia eu conto a história dela.
Bjkª. Elza
Minha avó parterna teve 4 filhos e os chamou Wilson, Milton, Edson e Odilon.
Assim que nasceu ela determinou que meu tio Wilson seria médico e não houve quem a demovesse da idéia e, quando chegou a idade, lá foi ele para Salvador cursar medicina. Ao que me conste era a única escola de médicos no Brasil. Voltou de lá casado com Emilia, que está no interior de São Paulo há mais de 60 anos e ainda fala arrastado.
Ao segundo filho coube ser advogado e aos 15 anos meu Pai veio para São Paulo cursar a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, hoje USP. Precisou, antes, por falta de idade, cursar um ano de pré-jurídico. Foi colega de turma e amigo de duas figuras muito conhecidas: Jânio Quadros e Theotônio Negrão.
O terceiro filho nasceu e ela decidiu que seria engenheiro e, lá foi ele para o Rio de Janeiro, de onde voltou casado com uma menina de apenas 16 anos, muito linda e que lhe deu 5 filhos.
Naquela época, esses eram os cursos universitários importantes e de primeira linha, de modo que, quando meu tio Odilon nasceu, em 1.923, restou-lhe a sina de ser padre. Ele se recusou. Era rebelde, namorador e adorava jogar sinuca. Quando menino caçava passarinho e se banqueteava. Mudou-se para Ribeirão Preto e cursou Farmácia e até hoje trabalha, aos 83 anos.
Depois de encaminhados os filhos minha avó adotou uma menina e como não conhecia nenhum nome terminado em on para dar a ela, colocou MARILENA e ficou por isso mesmo. Ela é professora aposentada, casada e tem 2 filhos. Qualquer dia eu conto a história dela.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Rose
Rose é magrinha, elegante, muito bem vestida e calçada. Cabelos arrumadíssimos, maquiagem suave. Simpática, tem sorriso fácil em dentes lindos. É negra.
- Moça, por favor, quero experimentar aquele sapato preto de saltinho fino.
- Pera um pouco, tou ocupada. E a vendedora continuou a conversar com a caixa, amenidades.
Rose sentou-se e esperou. Nada disse. Apenas esperou até a vendedora dignar-se a atende-la.
- Qual sapato você quer? Aquele pretinho? Custa .... Quer mesmo assim?
Rose teve a maior calma e esperou pelo sapato preto. Experimentou e pediu um número menor. Pediu o marrom e depois o de verniz. Quis experimentar o de camurça cinza. Solicitou o de lacinho sem salto, com salto e apesar do salto. Não satisfeita, pediu para ver um acobreado, chanel. Pediu bolsa para combinar com ele e assim ficou mais de uma hora na loja. Desmontou o estoque e nada lhe agradou. Quis número maior, número menor, olhou cintos e carteiras e tudo o que a loja oferecia. Passeou por todos os modelos, criticou a mercadoria e atormentou a vendedora. Perguntou preços, condições de pagamento e chegou a sondar o grau de satisfação da vendedora no emprego. Outra hora se passou e a vendedora, nervosa:
- Escutre aqui, você não está aqui para comprar ... Por que não vai para outra loja?
Cansada de experimentar sapatos, bolsas e cintos, e de ser destratada pela vendedora, Rose ficou muito séria e disse:
- Menina, quando entrei na loja você me fez transparente para não me atender. Depois, quando solicitei sua atenção você me mandou esperar. Esperei. Agora, filhota, arrume esta bagunça, pegue suas coisas e pode sair da loja. Você está despedida. Sou a nova gerente.
Bjkª. Elza
Todos sabem da minha enorme incompetência para lidar com a net e o blog e por aí afora... pois então ... hoje eu descobri que todos os comentários sobre um post são encaminhados para o gmail, juntos. Assim, devo ter jogado fora muitos e muitos comentários por não saber desse detalhe... Estou envergonhada, mas só posso me desculpar com os que aqui estiveram e eu não publiquei o comentário. Além de ignorante, eu excluo todos os arquivos assim que os abro! Prometo mais atenção daqui para frente. Bjkª. Elza
- Moça, por favor, quero experimentar aquele sapato preto de saltinho fino.
- Pera um pouco, tou ocupada. E a vendedora continuou a conversar com a caixa, amenidades.
Rose sentou-se e esperou. Nada disse. Apenas esperou até a vendedora dignar-se a atende-la.
- Qual sapato você quer? Aquele pretinho? Custa .... Quer mesmo assim?
Rose teve a maior calma e esperou pelo sapato preto. Experimentou e pediu um número menor. Pediu o marrom e depois o de verniz. Quis experimentar o de camurça cinza. Solicitou o de lacinho sem salto, com salto e apesar do salto. Não satisfeita, pediu para ver um acobreado, chanel. Pediu bolsa para combinar com ele e assim ficou mais de uma hora na loja. Desmontou o estoque e nada lhe agradou. Quis número maior, número menor, olhou cintos e carteiras e tudo o que a loja oferecia. Passeou por todos os modelos, criticou a mercadoria e atormentou a vendedora. Perguntou preços, condições de pagamento e chegou a sondar o grau de satisfação da vendedora no emprego. Outra hora se passou e a vendedora, nervosa:
- Escutre aqui, você não está aqui para comprar ... Por que não vai para outra loja?
Cansada de experimentar sapatos, bolsas e cintos, e de ser destratada pela vendedora, Rose ficou muito séria e disse:
- Menina, quando entrei na loja você me fez transparente para não me atender. Depois, quando solicitei sua atenção você me mandou esperar. Esperei. Agora, filhota, arrume esta bagunça, pegue suas coisas e pode sair da loja. Você está despedida. Sou a nova gerente.
Bjkª. Elza
Todos sabem da minha enorme incompetência para lidar com a net e o blog e por aí afora... pois então ... hoje eu descobri que todos os comentários sobre um post são encaminhados para o gmail, juntos. Assim, devo ter jogado fora muitos e muitos comentários por não saber desse detalhe... Estou envergonhada, mas só posso me desculpar com os que aqui estiveram e eu não publiquei o comentário. Além de ignorante, eu excluo todos os arquivos assim que os abro! Prometo mais atenção daqui para frente. Bjkª. Elza
domingo, 1 de julho de 2007
Noticias
MEU IRMÃO ESTÁ NA UTI SEMI INTENSIVA
A saudade falou mais alto que o bom senso.Telefonei para o hospital em busca de notícias. A enfermeira que o acompanha passou-lhe o fone. Ouvi sua voz e chorei. Conversamos, rapidamente. Eu disse que não queria constrangimentos e sempre me informava pelo outro irmão.
- " Que constrangimento, que nada. Venha quando quiser."
Desliguei o telefone. Liguei o carro. Lá cheguei em menos de 10 minutos.
Magro; sem barba, com os dentes tortos por conta do tubo que o ajudou a respirar; inchado; há 38 dias sem mastigar; falando por meio do aparelho instalado na traqueostomia; todo monitorado, pareceu-me contente por me ver.
Assim que cheguei o outro irmão entrou e ficamos os três, juntos, como há muito não acontecia. O mais novo me pedia um beijo e eu secava as mãos para me aproximar do doente ... momento leve e descontraído.
_ Calma que sua vez chegará. Primeiro o doentinho e depois você, eu disse.
- Quer dizer que você chegou agora?
- Só o tempo de lavar as mãos nos separou.
Mano véio falou sem parar. Entusiasmado, contou a origem do nosso sobrenome, falou de seus planos para o futuro e contou que teve convulsões na crise de abstinência de cigarro, na UTI. Foi amarrado e sedado para não sair do respirador. Contou sobre o filho; contou ... contou ... contou ...
Gostaria de ter palavras para dizer do meu alívio. Além de ver e ouvir meu irmão, cruzei com aquela esposa dele que teve a inédita e impensada gentileza de não me dirigir sequer um cumprimento.
Será que um dia ele entenderá por que precisei assumir a entidade? Deixei uma pista com ele, hoje.
Bjkª. Elza
A saudade falou mais alto que o bom senso.Telefonei para o hospital em busca de notícias. A enfermeira que o acompanha passou-lhe o fone. Ouvi sua voz e chorei. Conversamos, rapidamente. Eu disse que não queria constrangimentos e sempre me informava pelo outro irmão.
- " Que constrangimento, que nada. Venha quando quiser."
Desliguei o telefone. Liguei o carro. Lá cheguei em menos de 10 minutos.
Magro; sem barba, com os dentes tortos por conta do tubo que o ajudou a respirar; inchado; há 38 dias sem mastigar; falando por meio do aparelho instalado na traqueostomia; todo monitorado, pareceu-me contente por me ver.
Assim que cheguei o outro irmão entrou e ficamos os três, juntos, como há muito não acontecia. O mais novo me pedia um beijo e eu secava as mãos para me aproximar do doente ... momento leve e descontraído.
_ Calma que sua vez chegará. Primeiro o doentinho e depois você, eu disse.
- Quer dizer que você chegou agora?
- Só o tempo de lavar as mãos nos separou.
Mano véio falou sem parar. Entusiasmado, contou a origem do nosso sobrenome, falou de seus planos para o futuro e contou que teve convulsões na crise de abstinência de cigarro, na UTI. Foi amarrado e sedado para não sair do respirador. Contou sobre o filho; contou ... contou ... contou ...
Gostaria de ter palavras para dizer do meu alívio. Além de ver e ouvir meu irmão, cruzei com aquela esposa dele que teve a inédita e impensada gentileza de não me dirigir sequer um cumprimento.
Será que um dia ele entenderá por que precisei assumir a entidade? Deixei uma pista com ele, hoje.
Bjkª. Elza
sexta-feira, 29 de junho de 2007
Compasso de espera

Nestes dois últimos dias trabalhei tanto que sai de casa logo após o almoço e só retornei depois das 21h, horário de encerramento da palestra. Roupa social e salto alto por tantas horas é de matar!
O seminário terminou ontem, e foi muito bom. Todavia, não me abriu o caminho que eu queria. Procurarei em outro lugar a abertura que preciso.
Cheguei em casa tão cansada que nem saí com o coitado do Baltazar.
Conversei levemente com minha vizinha de andar, porque, ao chegar, vi o marido dela tomando um taxi para o aeroporto. Ele me deu um beijo e sumiu, emocionado. Eles se mudam em meados de julho para Cuiabá, mas ele já está lá, a trabalhar e alugou apartamento para eles. Levam com eles minha tranquilidade, porque o apartamento que ocupam é de aluguel. Os inquilinos que os antecederam, nos 13 anos que aqui resido, foram infernais! Outro dado, o casal é uma graça e amoroso. Temos um relacionamento afetivo muito saudável. A filha deles nasceu no dia do meu aniversário ... Claro que nos prometemos contato para sempre e visitas, mas, tenho idade para ser mãe deles e não acredito que vingue essa amizade. Ela perdeu a familia num acidente de carro, na via Anchieta, no qual faleceram a Mãe, o Pai e a Avó, alguns anos atras. Os Pais dele são pernanbucanos e muito simpáticos.
Depois de alguns minutinhos de conversa, despedi-me e passei, ventando, pela casa da minha amiga cachorreira, onde comi paçoquinha. Ela me pediu para esclarecer um tema profissional. Conversamos alguns minutos. Ela está planejando mudar-se para cidade do interior. Pertinho daqui, mas, nossas caminhadas noturnar acabarão.
Voltei para casa e me preparei para uma chuveirada profissional, daquelas que lava o corpo por fora e por dentro, bem demorada e tranquilizadora. Após, sentei na frente da TV e ... dormi !!!!!!!!!!!
Muitas perdas para serem trabalhadas...
Maridão deve estar pegando a estrada, com um companheiro, agora. Já estou na expectativa. Ele me telefona do Graal; de Pouso Alegre; de Atibaia ... Faz quase 15 dias que não nos vemos.
Bjkª. Elza
terça-feira, 26 de junho de 2007
Patinho feio
Ele não era um patinho, viu?
Era um cisne, maravilhoso.
Adoro cisnes.
Mantenho um par deles sobre minha mesa para nunca me esquecer desse conto.
Um dia, muitos anos atras, uma prima comentou comigo que eu era um cisne, contra tudo o que fora transmitido para a familia. Disse-me ela, sem saber o quanto me feria, que eu surpreendera a todos, já que, ninguém esperava nada de mim.
Por mais que eu tenha crescido, a sensação de ser um patinho feio, ainda que vaga, me acompanha e às vezes incomoda.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Curso
Uma amiga resolveu me carregar para frequentar um curso na AASP - Associação dos Advogados de São Paulo.
Chegamos e nos instalamos na primeira fileira, como é meu hábito. A palestrante era tão chata e a voz tão monótona que lutei para não dormir!
O segundo palestrante é muito bonito. Voz forte, incisiva. Tema interessante. Falou um pouco mais do que devia. Quase dormi!
No final, valeu a pena.
Um conhecido presidiu a mesa de hoje e voltará na 4ª feira e talvez na 5ª.
O mais engraçado é que esse conhecido, o palestrante bonito e outro compenente da mesa foram colegas de turma, na PUC e, um deles deixou escapar que "o Betinho" ... por que o caro colega é muito baixinho ...
Foi o que bastou, porque passei a brincar com ele e no estacionamento conversamos, os três colegas, minha amiga e eu. Uma abertura muito interessante para quem está em busca de caminhos, como nós duas.
Bjkª. Elza
Chegamos e nos instalamos na primeira fileira, como é meu hábito. A palestrante era tão chata e a voz tão monótona que lutei para não dormir!
O segundo palestrante é muito bonito. Voz forte, incisiva. Tema interessante. Falou um pouco mais do que devia. Quase dormi!
No final, valeu a pena.
Um conhecido presidiu a mesa de hoje e voltará na 4ª feira e talvez na 5ª.
O mais engraçado é que esse conhecido, o palestrante bonito e outro compenente da mesa foram colegas de turma, na PUC e, um deles deixou escapar que "o Betinho" ... por que o caro colega é muito baixinho ...
Foi o que bastou, porque passei a brincar com ele e no estacionamento conversamos, os três colegas, minha amiga e eu. Uma abertura muito interessante para quem está em busca de caminhos, como nós duas.
Bjkª. Elza
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