quinta-feira, 1 de março de 2007

PostHeaderIcon Festa de aniversário

O netinho do maridão completou 4 anos e o avô resolveu oferecer a festa.
Como na mesma semana um amiguinho dele, com o mesmo nome de batismo, também completou 4 anos, ficou fácil: Uma festança para os dois com a despesa dividida ao meio.
Maridão pagou a conta que a nora apresentou. Ele não escolheu o local da festa e nem o que seria servido. A norinha combinou com a outra Mãe e pronto!
Buffet lindo, amplo, com muitos brinquedos, e dentre eles o elevador desgovernado, barco vicking, trenzinho que sai para fora do prédio e por aí afora. Uma farra e tanto.
Monitores muito bem treinados cuidando das crianças. Claro que houve acidentes. Uma lindinha bateu a boca num brinquedo e chorou. Outro suou tanto que a roupa grudou no corpo e deu trabalho para despi-lo. Um gordinho subiu e desceu tantas vezes de um brinquedo que me cansei só de olhar.

Salgados de primeira linha.
Macarrão com dois tipos de molho, SALGADÍSSIMO!!!!!
Refrigerantes, água, vinho e cerveja à vontade.
A mesa de doces era uma tentação. Tinha de tudo um pouco. Doces, chocolates, pirulitos, marshmallow (correta a grafia???) e por aí afora.

Na hora do bolo fiquei encantada. Uma mesa baixinha mas enorme, cheia de brinquedos coloridos e iluminados serviu de apoio para os dois bolos. Cada Lorenzo teve o seu bolo com uma velinha. Muita cantoria e a festa entrou no terço final.
Saímos depois de nos despedirmos da nora e sem comer bolo. O maridão, que veio do BH hoje cedo, pela TAM, não aguentou esperar o fim da festa e, amanhã cedo vai para Sorocaba, de carro. Já está dormindo.
Ah ... o filho dele não pode ir à festa por que houve mudança na escala e foi pego de surpresa. Uma pena.

Bjkª. Elza
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

PostHeaderIcon Mudança de horário

Quando o relógio vira para o horário de verão eu padeço. Sofro dias e dias até me acostumar.
Estou sofrendo com o inverso. Olho para o relógio depois de ter feito um batalhão de coisas e ainda não são 18 horas. Meu corpo está dolorido e minha cabeça vazia. Vou dormir.
Bjkª. Elza
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

PostHeaderIcon Uma paulista em São Paulo



Ninguém merece!!!!!!!!!!!

Fiquei 5 horas na sala de embarque esperando avião.

O aeroporto de São Paulo fechou por causa da chuva. O vôo da Varig foi cancelado e acabei viajando TAM.

Saímos dos Buritis lá pelas 14 horas e cheguei em casa às 21:40h !!!!!!!!!!

Belo Horizonte, como sempre, bonita e simpática. Gosto dessa cidade, apesar do imenso preconceito com paulista que existe por lá.

Impressionante como somos discriminados nos lugares, como somos passados para tras e preteridos no atendimento. Acho que nosso dinheiro não é bom para mineiro. Mineiro esquece que parte do território já pertenceu a São Paulo e que a colonização da área mais rica do Estado é paulista.

Conta-se em verso e prosa a mineirice, ou seja, a esperteza e as respostas curiosas sempre na ponta da lingua. Isso é muito comum no interior de São Paulo e damos o nome de caipirice.

Esse costume do fogão à lenha, cozinhar com banha de porco, tutu de feijão e quetais não é exclusividade mineira. É paulista, também, que levou os hábitos para os lugares de colonização. Quantas entradas e bandeiras partiram de São Paulo e chegaram mais fundo nesse País do que Belo Horizonte? Os hábitos desses homens foram disseminados pelo interior e são os mesmos em São Paulo, Minas, Goiás, Mato Grosso.

Os mineiros, espertamente capitalizaram por sobre no que fizeram muito bem!

Mineiros e paulistas deveriam tratar-se como irmãos e não é o que sinto quando vou para lá. Aliás, a história nos mostra que não há fraternidade, não é?

A despeito, eu gosto de BH.

Estranho a arquitetura pesada das fachadas de pedras dos prédios; estranho a ausência de jardins e gramados nas casas e nos edifícios; fico a imaginar como se anda sobre os saltos altíssimos das mulheres que os combinam com saias muito curtas; não aprecio o desleixo na vestimenta dos homens, mas gosto de estar lá. Adoro ouvir o grilo à noite e ser acordada pelo galo de plantão, pois, embora cidade com muito mais de 2 milhões de habitantes, ainda tem uma coisa deliciosa de cidade do interior.


Por enquanto eu conheço alguns shoppings, o mercado central, a feirinha da Afonso Pena, poucos restaurantes, Pampulha, Praça da Independência, aeroporto e rodoviária ( kakakakaka) muitos quilômetros de asfalto e nenhum mineiro que pudesse me mostrar a cidade como ela é. Nessas minhas idas estou revendo as cidades histórias. Desta feita estive em Sabará.

Já combinamos que, da próxima vez, vou daqui para Tiradentes e meu marido encontrar-se-á comigo, lá.

Bjkª. Elza
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

PostHeaderIcon Uma paulista em BH de novo

Estou de partida para Belo Horizonte. Voarei Varig, com receio, mas o preço estava camarada e essa companhia não atrasa.
Dica: comprei as passagens pelo SUBMARINO.
Volto no domingo e conto as novidades.
Desta vez vou procurar o pão de queijo que uma amiga me indicou, lá perto da Savassi. O dos Buritis é um horror. Tem cheiro e gosto de óleo. Iékete!!!!!!!!!!!! A padaria é maravilhosa e tem uma variedade de pães de dar água na boca.
Comportem-se, crianças. Eu volto, viu?!?
Bjkª da Elza
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

PostHeaderIcon Depois de uma semana

inteirinha comigo, ele despencou para BH, sozinho, num carro alugado.
Um péssimo motorista aquaplanou no anel viário, na segunda feira da semana passada; chocou-se com o bunitinho estacionado, ou seja o Uno dele trabalhar. Jogou o bunitinho contra um muro. O muro caiu e despencou sobre outro carro estacionado. Ninguém se machucou, mas o prejuízo causado pelo dono deste Passat velho é enorme. A seguradora cobrirá os custos, mas quem perde bônus é o maridão. Além disso, venderá o bunitinho, é claro. Perdeu a confiança no carro. A trazeira virou paçoca e a frente foi amassada...
Dia que ele viaja eu fico prá baixo e sem graça. Ele me telefona a cada 200 km e só diz que quer voltar e que detesta aquela "roça iluminada".
Minha amiga Marly me disse, certa vez, para fazer desse limão uma limonada. Tem vezes que consigo, mas hoje tá difícil.
Hoje tá complicado por que acho que não poderei ir na 6ª feira para ficar com ele e fim de semana sozinha ... uma barra. E ele, pior ainda, sozinho, naquele tal de Burutis em BH e sem carro ...
Veremos. Aluguel é caro e pesará no nosso orçamento. Caso ele consiga um veículo emprestado na companhia, poderei ir. Vou de ônibus e volto de avião, de novo. Tenho um cliente que lida com passagens aéreas. Quem sabe ele arruma uma promoção para mim???
Bjkª. Elza
terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

PostHeaderIcon Minha amiga chegou

e entreguei-lhe a Mãe e as cachorras, tratadas, contentes e acomodadas.
Ela esteve fazendo trilha, visitando cavernas e descendo rio em bóia. Disse-me, por telefone, que está cansadíssima e toda cheia de marcas roxas, mas feliz da vida.
Aprendeu a dizer não para si mesma. Aprendeu a respeitar os limites de seu corpo e de sua mente...

Bjkª. Elza
domingo, 18 de fevereiro de 2007

PostHeaderIcon Estou me sainda uma grande babá















Brigite no seu vestido vermelho
Baltazar subindo na Sofia
Hoje cedo eu peguei os três delinquentes: Baltazar, Sofia e Brigite e os levei para uma volta no quarteirão. Eles fizeram as necessidades todas e os coloquei no carro para irmos ao cercado do Ibirapuera.
A Sofia vomita no carro em movimento e às vezes, urina ... Logo, um passeio para desobstrução das vias é muito ponderado, não é? Vazia, ela não vomita.
O Baltazar urina assim que sai do elevador e eu não deixo que molhe as colunas da garagem. Questão de higiene, é claro.
A Brigite é uma santinha. Comportada e não dá trabalho. Late em tudo o que vê e em qualquer movimento extermo que perceba.
Assim, uma volta na quadra é a solução.
Fomos ao cercado e eu resolvi aproveitar o momento para minha caminhada e corrida. Dá para imaginar a cena de uma doida correndo pelo carcado com uns 15 cães atrás ??? Pois é, foi hilário!
Eles cansaram e eu continuei um pouco, mas estava quente demais. Sentei-me numa sombra e os pequenos ficaram brincando e se divertindo. Ninguém brigou. Voltamos cansados.


- Imagine, a Sandra deverá telefonar para o médico às 14 horas do horário de Brasilia do dia 26. Quantas horas de diferença de lá para cá? Perguntou a mais velha.
- São cinco horas, respondeu a mais jovem.
- Então, ela deverá ligar às 9 horas de lá. Só que tem a mudança de horário no dia 25 e vamos atrasar o relógio em uma hora. Disse a mais velha.
- A Senhora está enganada, disse meu marido. Nós deveremos adiantar o relógio em duas horas.
Foi o que bastou para uma animada discussão instalar-se no carro e meu marido rir-se como um tarado! Essa foi a tônica do almoço de hoje. Eu ouvi e me calei.

Bjkª. Elza